Los árbitros de la Federación de Río se someten a prueba física este domingo

Anualmente, la Federación de Baloncesto del Estado de Río de Janeiro, la FBERJ, realiza pruebas físicas en su equipo arbitral. El evento 2021 tuvo lugar este domingo, día 2, en la Escuela Municipal Governador Roberto Silveira, en Mesquita.

Ya se contaba con la aprobación del 100% de los árbitros evaluados. De esta forma, estos profesionales están en condiciones de ejercer sus funciones en las canchas. Al acto asistieron el presidente de la FBERJ, Daniel Riente, el director del departamento de baloncesto 3×3, Luiz Olyntho, la coordinadora de arbitraje de la federación, María Thereza Rezende, y el supervisor deportivo de la institución, Heraldo Filho. En la valoración también estuvo presente el árbitro nacional Gabriel Signorelli.

Las pruebas físicas son elaboradas y evaluadas por la federación y profesionales de la salud, con el objetivo de mejorar el cuerpo técnico de la institución y preparar a los árbitros para el desempeño de la función durante los campeonatos de este año.

Árbitros da Federação do Rio passam por teste físico neste domingo

Anualmente, a Federação de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro, a FBERJ, realiza testes físicos em seu quadro de arbitragem. O de 2021 aconteceu neste domingo, dia 02, na Escola Municipal Governador Roberto Silveira, em Mesquita.

Desde já, houve a aprovação de 100% dos árbitros avaliados. Assim, estes profissionais estão aptos para suas funções nas quadras. O evento contou com o presidente da FBERJ, Daniel Riente, do diretor do departamento de basquete 3×3, Luiz Olyntho, da coordenadora de arbitragem da federação, Maria Thereza Rezende, e do supervisor de esportes da instituição, Heraldo Filho. Também marcou presença na avaliação o árbitro nacional Gabriel Signorelli.

Os testes físicos são preparados e avaliados por profissionais da federação e da área de saúde, com o intuito de aprimorar o quadro técnico da instituição e preparar os árbitros para o desempenho da função durante os campeonatos deste ano.

Luka Doncic pode sair de Dallas?

Opinião de Luis Fernando Julio, do @swishtvbr

Astro da equipe tem chances mais do que reais de não ser o franchise player do time por muito tempo

Quando Luka Doncic chegou em Dallas no draft de 2018, muitas dúvidas pairavam sobre o jovem esloveno. Porém ele respondeu a todas as desconfianças e críticas com uma temporada de calouro simplesmente magistral, com médias de 21,2 pontos, seis assistências e 7,8 rebotes.

O jogador, que já havia sido MVP da EuroLeague com apenas 17 anos, foi selecionado como o Novato da Temporada da NBA, um prêmio que abriu os olhos de todos em relação a esse talento gigantesco que estava prestes a explodir. Em sua segunda temporada, as expectativas estavam altíssimas em relação ao nível de atuação que Luka poderia mostrar.

A partir deste momento, com a companhia de Kristaps Porzingis no elenco, muitos esperavam um resultado coletivo mais expressivo – e de fato isto aconteceu, após um ano onde foi diversas vezes colocado na conversa de MVP. Doncic conseguiu carregar o Mavs aos playoffs, quando o time foi superado pelo Los Angeles Clippers em uma série extremamente disputada, onde o próprio jovem foi protagonista em diversos momentos.

Após isso, a temporada de 2020/21 iniciou com mudanças no elenco de Dallas. Seth Curry, que fez uma temporada gigante pelo time no ano anterior, foi envolvido em uma troca com o Philadelphia 76ers. Com isso, Josh Richardson, um jogador que se destacou pela sua defesa e atleticismo, chegou para ser o principal reforço do Mavericks na temporada. Em teoria o movimento foi inteligente, já que na temporada anterior o grande problema do time foi a defesa de perímetro, e Richardson tem características que poderiam solucionar esta falha.

Porém, para corrigir este problema, a diretoria abriu mão de uma de suas principais armas que fizeram a equipe ter uma boa temporada: a bola de três pontos. Curry foi extremamente eficiente nos seus arremessos de quadra, com um aproveitamento incrível de 45,2% nas bolas de três. Ele foi, ao lado de Luka, um dos principais nomes da boa campanha da equipe, mas mesmo assim esteve em uma troca que hoje vemos claramente que foi um erro.

Josh Richardson é um jogador que não consegue se manter constante no time. Na mesma semana que tem um jogo sólido de 20 pontos, faz outro extremamente apagado com menos de dez – algo que com Seth era raríssimo de acontecer. Juntamente com isso há a dificuldade absurda de Porzingis se manter saudável. Esse desnível faz com que toda a responsabilidade de uma possível vitória de Dallas caia nas costas de Doncic.

Inclusive Porzingis mostra-se como o grande problema do time. Além de ser um jogador que não consegue estar presente em quadra, ainda há boatos de que ele causa diversos problemas no vestiário, devido a uma possível inveja ao protagonismo de Luka. O que sabemos é que há anos ele não consegue ser nem metade do jogador que todos nós imaginávamos quando foi draftado pelo New York Knicks, em 2015.

Doncic terá uma difícil escolha pela frente. Foto: El Confidencial.

Apesar de todos os erros na off-season e de todos os problemas extra-quadra que o Dallas tem passado, o time ainda se mantém na sexta colocação na conferência Oeste, com 34 vitória e 27 derrotas. Isso é de total responsabilidade de Luka Doncic, que com mais uma temporada gigantesca, com médias impressionantes de 28,6 pontos, 7,9 rebotes e 8,7 assistências, vê mais uma oportunidade de tentar ser eleito o melhor jogador de toda a NBA.

Contudo, as chances do Mavs passar mais longe nos playoffs é baixa – é muito difícil que a equipe vá além do primeiro round, independentemente contra quem jogar. Na próxima temporada, o contrato de novato de Luka se encerrará, e é claro que o dono da franquia, Mark Cuban, tentará renovar e oferecer um senhor acordo para o esloveno.

Porém a diretoria não pode continuar pensando que, só pelo fato de ter Doncic no time, o Dallas conseguirá ser um time competitivo ao título.

Atualmente Luka já deu diversos indícios do descontentamento com o baixo nível de seus companheiros. Mesmo não falando abertamente sobre isso, podemos ver sua irritação quando efetua um passe genial que não é aproveitado, ou quando consegue ter jogos com mais de 40 pontos, e seu time perde. Às vezes ele carrega a equipe totalmente sozinho para uma prorrogação contra um grande adversário, e mesmo assim, seus companheiros não conseguem ajudá-lo a vencer.

Portanto, há diversos exemplos da falta de paciência do jogador, algo que justifica ele ser um dos líderes de faltas técnicas da temporada; sua irritação é evidente. E todos nós sabemos o que acontece quando uma super estrela tem um alto nível de descontentamento com a franquia, e em uma liga que a cada ano se torna mais competitiva, é muito difícil imaginar que um jogador do nível de Luka Doncic fique muito tempo em um time que não ofereça peças para ser campeão. O Mavericks necessita se movimentar muito bem na próxima off-season, pois se não o fizer, poderá estar muito próximo de ver o sonho de ter um novo europeu carregando o time para um título ir embora mais cedo do que seus diretores esperam.

WNBA e associação de árbitros selam acordo de três anos

Conforme divulgado pela instituição dos oficiais de arbitragem nesta sexta-feira (30), a NBRA – Associação de Árbitros da NBA – e a WNBA selaram um acordo coletivo de trabalho, com duração de três anos.

A princípio, a preocupação fundamental no documento é o foco “na saúde e segurança dos árbitros da WNBA, como também a melhoria dos termos e condições de emprego”, disse Lucas Middlebrook, do escritório Seham, Seham, Meltz & Petersen, representante da NBRA.

Do mesmo modo, Cathy Engelbert, comissária da WNBA, enfatizou a importância do acordo, declarando: “esperamos a temporada número 25, juntamente com nossos árbitros, que são essenciais para o jogo.”

Foto do destaque: WNBA.

Zion Williamson: uma nova era de dominância se aproxima

O jogador tem mostrado nessa temporada que pode ser um dos jogadores mais dominantes de toda a liga no futuro

Opinião de Luis Fernando Julio, do @swishtvbr

Quando Zion Williamson foi selecionado na primeira escolha geral do draft de 2018, todos tinham a expectativa de que o New Orleans Pelicans havia feito o pick que mudaria o destino da franquia. O time ainda sentia a ausência de Anthony Davis, que após oito anos na equipe resolveu se juntar a LeBron James no Los Angeles Lakers. Porém, a diretoria de New Orleans provavelmente não imaginaria que estaria escolhendo não só seu futuro, mas sim o de toda a liga.

Em sua primeira temporada, o jovem vindo do Duke Blue Devils deixou algumas dúvidas nos torcedores e nos fãs de basquete, devido à sequência de lesões que teve durante todo o ano. Apesar de que, quando esteve em quadra, ele não deixou espaço para questionamentos sobre seu potencial, porém seu aspecto físico ainda preocupava.

GRANDES NÚMEROS

Mas podemos dizer que qualquer tipo de dúvida em relação a Zion foi disseminada na temporada 2020/21, onde Williamson tem assombrado o mundo da NBA com atuações gigantescas e extremamente dominantes. Podemos nos lembrar, por exemplo, da atuação de Zion contra o poderoso Utah Jazz, um dos times com melhor defesa em toda a liga, quando mesmo enfrentando Rudy Gobert, pivô que é considerado por muitos o melhor defensor de garrafão da NBA, o jovem de 20 anos marcou incríveis 26 pontos e pegou 10 rebotes. Esse jogo mostrou a todos o quão gigantesco e incrível ele pode se tornar.

Zion: potência e qualidade. Foto: Marca.com.

O treinador do Dallas Mavericks, Rick Carlisle, muito sabiamente disse que “ Zion é um Shaquille O’Neal que arma o jogo”. O jogador possui um físico assombroso, mas mesmo parecendo ser pesado, Zion consegue ser extremamente rápido e habilidoso quando tem a bola nas mãos – algo que nos faz pensar: o quão bom ele pode ser no futuro?

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Claro que existem jovens jogadores na NBA com talento suficiente para serem estrelas na liga, mas acredito que nenhum deles possui tanta possibilidade de dominar a liga como Zion tem. Luka Doncic pode ser o maior talento dessa nova geração, e com toda a certeza será o grande destaque técnico na NBA, porém fisicamente nenhum deles será tão absurdo como Zion Williamson; algo realmente parecido com Shaquille em sua época, onde não era o “melhor” jogador, mas era uma força da natureza, imparável – e eu enxergo Williamson seguindo esta linha de carreira.

Quando me perguntam sobre o teto de Zion, respondo sem nem pensar muito que ele pode ser um dos maiores da história, tendo o nome marcado no Hall da Fama com um dos mais dominantes que o mundo do basquete já viu.

Se aos 20 anos Zion consegue dominar todas as defesas da liga, e ter médias de 26,8 pontos,7,2 rebotes e 3,7 assistências na sua segunda temporada na liga, imagine o que ele pode fazer quando tiver no seu auge, que provavelmente será aos 25 anos. 

Por isso eu digo para quem estiver lendo: preparem-se, pois uma nova era de dominância está próxima a começar.

Marcus Smart suspendido por un partido por amenazar a un árbitro

Suspendieron a Marcus Smart, de los Celtics de Boston, por un juego, por amenazar a uno de los árbitros, durante el partido del último martes (27), frente al Oklahoma City Thunder – el ganador del confronto (119 x 115). La suspensión fue divulgada en este miércoles (28), a través de un aviso oficial oficial de la NBA. Con esto, el jugador no estará en la cancha en el partido de hoy, contra los Charlotte Hornets.

Los árbitros del partido eran James Williams, Eric Dalen y Phenizee Ransom.

Marcus Smart suspenso um jogo por ameaçar um árbitro

Marcus Smart, do Boston Celtics, foi suspenso por um jogo por ameaçar um dos árbitros em quadra, durante a partida entre a equipe celta e o Oklahoma City Thunder – o jogo teve a vitória do OKC por 119 a 115, ontem. A punição foi divulgada nesta quarta-feira (28), através de um comunicado oficial da NBA. Com isso, o jogador desfalcará o time na partida de hoje, contra o Charlotte Hornets.

O trio de arbitragem da partida foi composto por James Williams, Eric Dalen e Phenizee Ransom.

Árbitros de NBA expuestos al COVID-19 y alteraciones en las designaciones que preocupan a los equipos.

Por Alice Barbosa (@aliceviralata), periodista y fundadora de Árbitros NBA

ESPN divulgó hoy un artículo sobre la incidencia y el contacto con el COVID-19 para los árbitros de NBA y cómo éste está impactando las designaciones para los juegos, causando la insatisfacción de las franquicias.  Nuestro proyecto Árbitros NBA, aquí o en Twitter, está acompañando la ausencia frecuente de los árbitros, fuera del intervalo de cinco días para su descanso, o de la reincidencia de la presencia de apenas dos para los juegos.

Después del escándalo, en 2007, del árbitro Tim Donaghy y de la mafia de apuestas, las comunicaciones relativas al arbitraje son limitadas y hay una carencia de detalles – el número de sitios de apuestas está aumentando, y su base son informaciones subjetivas de los profesionales para los que apuestan en estos sitios web. Por lo tanto, no hay mucha información sobre la ausencia de un árbitro en un partido, y las listas para los partidos son divulgadas por la liga menos de 12 horas antes del juego.

Los árbitros de la NBA viajan por Estados Unidos a través de vuelos comerciales, a diferencia de los equipos, que tienen vuelos chárter exclusivos. Aunque los asientos están reservados en primera clase, existe la inevitable estancia, incluso durante horas, en las salas VIP del aeropuerto. Así, el riesgo de contaminación por COVID-19 o contacto con personas infectadas es alto, lo que hace que la designación de arbitraje se vea comprometida.

“Nosotros en la NBA estamos pasando para una situación dura, especialmente con los árbitros que viajan en aviones comerciales. Deseamos que los árbitros y los equipos con quienes actúan estén seguros. Entonces, en un exceso de precaución, colocamos a estos profesionales en el protocolo de rastreo de contacto, aunque el riesgo de infección sea mínimo”, dice Monty McCutchen, vicepresidente de Desarrollo y del Entrenamiento del Arbitraje.

El cuidado hizo que muchos profesionales, antes del inicio del partido, no estuvieran en la cancha, sobretodo cuando una prueba rápida para la detección del coronavirus tiene un positivo o un resultado inconclusivo. El partido entre los Celtics de Boston y los Nets de Brooklyn, celebrado el 11 de marzo, fue uno de los enfrentamientos que contó con sólo dos profesionales en la cancha. Brent Barnaky no pudo cumplir con sus funciones.

Los veteranos con Bill Spooner, que tiene 32 años de servicio prestados, no aparecen en las listas proporcionadas por la NBA; la distribución de los árbitros para los juegos se realiza por software y se centra en las oficinas de la liga en la ciudad de Secaucus, Nueva Jersey, que también abriga las instalaciones del Replay Center. Lesiones ortopédicas, problemas de salud previos o COVID-19 – el pacto de silencio sobre los árbitros reina en la NBA.

Con la falta y la intermitencia de tantos profesionales, la NBA ha estado designando árbitros sin dedicación exclusiva, que todavía trabajan a tiempo completo en ligas como la G League o la WNBA. Hoy, cinco de ellos actuarán en la ronda, todos en tercera posición, la de umpire: Robert Hussey, Dannica Mosher, John Conley, Brandon Schwab y Danielle Scott.

La falta de tiempo para actuar en la NBA de estos profesionales ha estado atrayendo la atención de las franquicias. Los gerentes de los equipos, entrevistados de forma anónima, reportaron molestias con la situación, asegurándose de que los resultados pueden cambiar debido a estos árbitros. “Jóvenes e inexpertos”, opinó un ejecutivo. Pero McCutchen es enfático y responde a las críticas citando el trabajo de los profesionales de las otras ligas contiguas.

“Nuestras métricas y datos muestran que estamos mejor este año, de forma integral, con la toma de decisiones (en los partidos). Los seis árbitros más destacados de la G League estarán en algunos partidos de la NBA este año. Serán presionados para mostrar más servicio, pero están a punto de estar a tiempo completo en la liga”.

Monty McCutchen, de NBA. Foto: NBA.com

Árbitros da NBA expostos ao COVID-19 causam alterações nas escalações e preocupam equipes

Por Alice Barbosa (@aliceviralata), jornalista e fundadora do Árbitros NBA

A ESPN divulgou hoje uma reportagem sobre a incidência e contato com o COVID-19 pelos árbitros da NBA e como isso está impactando as escalações para os jogos, o que vem causando insatisfação das franquias com os árbitros em quadra. O Árbitros NBA, aqui ou no Twitter, vem acompanhando nesta temporada a frequente ausência de árbitros fora do intervalo de cinco dias por mês de descanso, ou a reincidência da presença de dois por jogos.

Imagem: Twitter Árbitros NBA.
Imagem: Twitter Árbitros NBA.
Imagem: Twitter Árbitros NBA.

Após o escândalo, em 2007, do árbitro Tim Donaghy e a máfia de apostas, as comunicações relativas à arbitragem são limitadas e carecem de detalhes – atualmente é crescente o número de sites de apostas que se baseiam em informações subjetivas dos profissionais para incitar os apostadores em seus bets. Por isso, não há muitas informações sobre a ausência de um árbitro em uma partida, e as escalações para os jogos são divulgadas pela liga menos de 12 horas antes do confronto.

Os árbitros da NBA deslocam-se pelos EUA através de voos comerciais, em oposição aos times, que dispõem de voos fretados exclusivos. Apesar dos lugares serem reservados na primeira classe, há a estadia inevitável, até por horas, em saguões de aeroportos. Com isso, o risco de contaminação pelo COVID-19 ou pelo contato com pessoas infectadas é grande, fazendo com que a escalação da arbitragem seja comprometida.

“Nós da NBA estamos passando por uma situação dura, especialmente com os árbitros viajando em aviões comerciais. Queremos que os árbitros e os times com os quais eles atuam fiquem seguros. Então, em um excesso de precaução, colocamos esses profissionais no protocolo de rastreio de contato mesmo que o risco de contágio seja mínimo” , declarou Monty McCutchen, vice-presidente de Desenvolvimento e Treinamento de Arbitragem.

O zelo faz com que algumas partidas percam um de seus profissionais minutos antes do apito inicial, quando um teste rápido para a detecção do coronavírus tem um resultado positivo ou inconclusivo. A partida entre Boston Celtics e Brooklyn Nets, realizada em 11 de março, foi um dos confrontos que contou apenas com dois profissionais em quadra. Brent Barnaky não pôde desempenhar em quadra suas funções.

Imagem: Twitter Árbitros NBA.

Veteranos com Bill Spooner, que conta com 32 anos de serviços prestados, não figuram nas escalações cedidas pela NBA; a distribuição dos árbitros para os jogos é feita por um software e centrada nos escritórios da liga na cidade de Secaucus, no estado de Nova Jérsei, que também abriga as instalações do Replay Center. Lesões ortopédicas, problemas de saúde anteriores ou COVID-19 – o pacto de silêncio sobre os árbitros impera na NBA.

Com a falta e intermitência de tantos profissionais, a NBA vem escalando árbitros sem dedicação exclusiva, que ainda trabalham em tempo integral em ligas como a G League ou WNBA. Hoje, cinco deles atuarão na rodada, todos na terceira posição, a de umpire: Robert Hussey, Dannica Mosher, John Conley, Brandon Schwab e Danielle Scott.

A falta de tempo de atuação na NBA destes profissionais vem chamando a atenção das franquias. Gerentes dos times, entrevistados anonimamente, relataram desconforto com a situação, tementes de que resultados podem sofrer alterações devido a esses árbitros. “Jovens e inexperientes”, opinou um executivo. Mas McCutchen é enfático e responde às críticas citando o trabalho dos profissionais nas outras ligas adjuntas.

“Nossas métricas e dados mostram que estamos melhores este ano, analiticamente, com a tomada de decisões (nas partidas). Os seis árbitros mais destacados da G League estarão em algumas partidas da NBA neste ano. Eles serão pressionados a mostrarem mais serviço, porém estão à beira de estarem por tempo integral na liga.”

Monty McCutchen, VP de Desenvolvimento e Treinamento de Arbitragem da NBA. Foto: NBA.com.

Veja a escalação dos árbitros dos playoffs da NBB

Os playoffs da NBB começam nesta quarta-feira (21). Conheça a relação de árbitros escalados pela Liga Nacional de Basquete para as partidas de Corinthians, Franca e mais:

Flávia Almeida, Coordenadora de Arbitragem da LNB (de camisa branca, à direita), com alguns dos árbitros que apitarão os playoffs deste ano. Foto: LNB.

CAXIAS DO SUL X BAURU

Fernando Serpa Oliveira (árbitro), Fábio Kover (1º fiscal) e Davi Geovani Ferrugini de Souza (2º fiscal).

UNIFACISA X MOGI

Cristiano Maranho (árbitro), Maurício Serour (1º fiscal) e Fernando Aparecido Cavalcante Leite (2º fiscal).

PATO X CORINTHIANS

Marcos Fornies Benito (árbitro), Diego Chiconato (1º fiscal) e Gustavo Edson Mathias (2º fiscal).

FORTALEZA X FRANCA

Fabiano Huber (árbitro), Jonas de Carlo Pereira (1º fiscal) e Leandro Sehnem (2º fiscal).

BAURU X CAXIAS DO SUL

Cristiano Maranho (árbitro), Maurício Serour (1º fiscal) e Fernando Aparecido Cavalcante Leite (2º fiscal).

MOGI X UNIFACISA

Fernando Serpa Oliveira (árbitro), Fábio Kover (1º fiscal) e Davi Geovani Ferrugini de Souza (2º fiscal).

CORINTHIANS X PATO

Jonas de Carlo Pereira (árbitro), Fabiano Huber (1º fiscal) e Leandro Sehnem (2º fiscal).

FRANCA X FORTALEZA

Marcos Fornies Benito (árbitro), Diego Chiconato (1º fiscal) e Gustavo Edson Mathias (2º fiscal).