Día de la Madre NBA – Lauren Holtkamp

El Día de la Madre, celebrado en Brasil y Estados Unidos el segundo domingo de mayo, también llega a la NBA. Sin embargo, hay una madre que puede estar lejos de su hijo en esta fecha. Lauren Holtkamp, árbitra de la liga hace siete años, es una de ellas. A primera vista, su trabajo parece imposibilitar la rutina de criar a un niño, pero ella trabajó con la liga y la asociación de árbitros, facilitando un poco esta misión.

Lauren está casada con el árbitro de la NBA Jonathan Sterling, y en 2019 la pareja tuvo a su hija Stoan. Desde entonces, los dos han establecido la logística para el cuidado infantil. Con respecto a la lactancia materna, Lauren investigó, durante el embarazo, cómo les fue a las Fuerzas Armadas de los Estados Unidos con sus oficiales y, junto con la organización de árbitros, consiguió que le llevaran la leche a su casa en Atlanta los días que viajaba.

Lauren, Jonathan y la pequeña Stoan. Foto: Tampabay.com

Anteriormente, ligas deportivas como el PGA Tour, de golf, también utilizaban el recurso de enviar leche materna a través de transportistas que operan por aire y tierra en el país. Cuando Lauren y Jonathan están de viaje, cuentan con la ayuda de la familia y una niñera. “Recibimos un apoyo increíble de nuestra familia y tenemos una niñera espectacular. Estoy segura de que los dos seremos flexibles con cualquier cosa que suceda y que siempre seremos comprensivos entre nosotros ”, dice Lauren.

Para que los árbitros programen sus rutinas, ya que pasan unos 25 días al mes en la carretera, reciben la alineación de los juegos con un mes de anticipación. Sin embargo, estos datos son públicos menos de 12 horas antes de los partidos. Con eso, la pareja logra hacer otra alineación: la que cuidará al pequeño Stoan mientras sus padres viajan por Estados Unidos arbitrando la liga de baloncesto más competitiva del mundo.

Foto de destaque: Twitter NBA Referees.

Dia das Mães NBA – Lauren Holtkamp

O Dia das Mães, comemorado no Brasil e nos Estados Unidos no segundo domingo de maio, também chega a NBA. Entretanto, há uma mãe que poderá estar longe de sua cria nesta data. Lauren Holtkamp, árbitra da liga há sete anos, é uma delas. À primeira vista seu trabalho parece impossibilitar a rotina de criação de um filho, porém ela agiu junto à liga e à associação de árbitros, tornando essa missão um pouco mais fácil.

CASAL NBA

Lauren é casada com o também árbitro da NBA Jonathan Sterling, e em 2019 o casal teve a filha Stoan. Desde então, os dois estabeleceram uma logística para o cuidado da criança. Em relação à amamentação, Lauren pesquisou, durante a gravidez, como as Forças Armadas dos EUA faziam com as oficiais de seus quadros, e, junto com a organização dos árbitros, conseguiu que seu leite fosse transportado até sua casa em Atlanta nos dias em que estivesse viajando.

Lauren, Jonathan e a filha Stoan, com camiseta da associação de árbitros da NBA: apoio da classe foi fundamental para a criação do bebê. Foto: Twitter NBA Referees.

Anteriormente, ligas esportivas como o PGA Tour, de golfe também utilizaram o recurso de envio de leite materno através das transportadoras que atuam via aérea e terrestre no país. Quando Lauren e Jonathan estão viajando, eles têm o auxílio da família e de uma babá. “Recebemos um apoio incrível de nossa família, e contamos com uma babá espetacular. Tenho certeza de que nós dois seremos flexíveis com qualquer coisa que aconteça, e que sempre seremos compreensivos um com o outro”, diz Lauren.

ROTINA ATRIBULADA

A fim de que os árbitros programem suas rotinas, já que passam cerca de 25 dias por mês na estrada, eles recebem a escalação para os jogos com um mês de antecedência. Contudo, esse dado é público menos de 12 horas antes das partidas. Com isso, o casal consegue fazer outra escalação: a de quem tomará conta da pequena Stoan enquanto seus pais percorrem os EUA arbitrando a liga mais competitiva de basquete do mundo. 

Estado de saúde do árbitro Tony Brown é grave, segundo Tony Brothers em seu FB

Brown foi um dos árbitros do All-Star Game deste ano

Segundo o árbitro Tony Brothers, que publicou na última quinta, dia 06, um post em seu Facebook, Tony Brown, que tem 19 anos na NBA, encontra-se em estado grave. Brothers não deu mais detalhes sobre o colega, limitando-se a ressaltar a seriedade do assunto e desejar melhoras.

“Não sou do tipo que posta escrituras (da Bíblia), mas eu, de coração, acredito em Deus e no poder da oração! Meu colega, amigo querido e irmão está lutando pela vida! A única coisa que posso fazer é rezar, e peço a todos que acreditem que compartilhem esse post e orem por Tony Brown! Deus nos ouvirá e o curará!”

Imagem: Facebook Tony Brothers.

Tony Brown foi um dos destaques do All-Star Game deste ano, escolhido por ser um dos representantes das HBCUs – universidades historicamente negras. Ele estudou Finanças na Clark Atlanta University, e arbitrou um jogo de final – a partida 4 entre Los Angeles Lakers e Miami Heat, na bolha de Orlando, em 2020.

Foto do destaque: 11 Alive.

Árbitro da NBA com mais de 32 anos de experiência retorna hoje

Imediatamente após o anúncio da temporada da NBA, o nome de Bill Spooner constava como “agendado para retorno”. Porém, o experiente árbitro, de mais de trinta anos de casa, retorna somente nesta sexta-feira, dia 07. Spooner, que está em sua temporada número 32, será um dos profissionais do Replay Center da liga.

Portanto, o retorno de Bill Spooner aumenta o quadro de oficiais na fase final do período regular de 2021. O COVID-19 foi uma das causas que mais afastou os árbitros das quadras, como apurado pela imprensa. A NBA não divulga a causa dos afastamentos dos profissionais.

Spooner tem 32 anos de experiência na NBA. Foto: CBS News.

Juntamente com Bill Spooner, estarão no Replay Center os também experientes Bennie Adams e Scott Wall. Ambos contabilizam, cada um, 25 anos de serviços prestados à liga.

Foto do destaque: Welcome to Loud City.

¿Cómo se seleccionan los árbitros para los playoffs?

Por Alice Barbosa, periodista y fundadora del proyecto Árbitros NBA

Los playoffs de la NBA comienzan el 22 de mayo, cuando 16 equipos jugarán para avanzar a la segunda ronda de la fase. La fórmula para esta fase involucra a los seis primeros de cada conferencia y dos de la competencia play-in, un torneo jugado por franquicias que se encuentran entre el séptimo y décimo lugar en el este y el oeste.

Este año, sin embargo, la pandemia de COVID-19 afectará la asignación de los árbitros. Hasta la semana pasada, según ESPN, 10 profesionales se encontraban dentro del protocolo de seguridad y rastreo del coronavirus, lo que sin duda traerá a la lista, aún no revelada, algunas sorpresas. Los árbitros que aún están en proceso de maduración en la NBA pueden estar disponibles para actuar en algunos de los partidos y rondas de la fase.

Sin embargo, ¿cómo se seleccionan los árbitros para los playoffs? La NBA, en cada partido, recopila indicadores de desempeño de los profesionales, como el número de faltas existentes otorgadas (CNC) y faltas no llamadas (INC). Estos indicadores no se dan a conocer públicamente, a excepción de los dos últimos minutos del último cuarto, o tiempo extra, si la diferencia entre los equipos es de al menos tres puntos. Los resultados del llamado Informe de los Últimos Dos Minutos están disponibles en el sitio web de la NBA dedicado al arbitraje.

Tony Brothers es uno de los más experientes árbitros de la liga. Foto: Forbes.

Después de analizar los indicadores, la liga considera que los árbitros que logran un 95% de precisión en un juego son una gran actuación, los 36 profesionales elegidos se ganan el derecho a silbar los playoffs.

Anteriormente, en 2020, la mitad de ellos tenía siete o más años de experiencia en playoffs. Sin embargo, nombres como Tony Brothers y Scott Foster tienen más de cuarenta años de experiencia en esta fase.

De los 36, cuatro de ellos solo ingresan a la cancha si algunos de los 32 restantes están lesionados: son los árbitros alternativos. En la burbuja de Orlando, estos profesionales no necesitaron reemplazar a un colega.

Foto del destaque: Action Network.

Como é a escolha dos árbitros da NBA para os playoffs

Por Alice Barbosa, jornalista e fundadora do projeto Árbitros NBA

A partir de 22 de maio começam os playoffs da NBA, quando 16 times jogarão para avançarem para a segunda rodada da fase. A fórmula desta fase envolve os seis melhores de cada conferência e dois vindos da disputa do play-in, torneio jogado pelas franquias que estão entre a sétima e décima colocação no leste e no oeste.

Este ano, contudo, a pandemia do COVID-19 afetará a escalação. Até semana passada, segundo a ESPN, 10 profissionais estavam dentro do protocolo de segurança e rastreio do coronavírus, o que certamente trará na lista, ainda não divulgada, algumas surpresas. Árbitros ainda em processo de amadurecimento na NBA poderão estar disponíveis para atuarem em algumas das partidas e rodadas da fase.

Porém, como são selecionados os árbitros para os playoffs? A NBA, a cada partida, recolhe indicadores de desempenho dos profissionais, como número de faltas existentes dadas (CNC) e as que deveriam ter sido marcadas (INC). Esses indicadores não são divulgados publicamente, exceto os dos últimos dois minutos do último quarto – ou da prorrogação – caso a diferença entre os times esteja em três pontos os menos. Os resultados do chamado Relatório dos Últimos Dois Minutos é disponibilizado no site da NBA dedicado à arbitragem.

Scott Foster (centro) é um dos profissionais de arbitragem mais experientes da liga, contabilizando duas décadas de serviços prestados nos playoffs. Foto: FiveThirtyEight.

Após a análise dos indicadores – a liga considera como um ótimo desempenho os árbitros que conseguem 95% de precisão em um jogo -, os 36 profissionais escolhidos ganham o direito de apitar os playoffs.

Anteriormente, em 2020, metade deles tinha sete anos ou mais de experiências nos playoffs. Contudo, nomes como Tony Brothers e Scott Foster somam mais de quarenta anos de atuação nesta fase.

Dos 36, quatro deles somente entram em quadra caso alguns dos 32 restantes sofra alguma lesão – são os árbitros alternativos. Na bolha de Orlando, esses profissionais não necessitaram substituir algum colega.

Foto do destaque: Forbes.

Los árbitros de la Federación de Río se someten a prueba física este domingo

Anualmente, la Federación de Baloncesto del Estado de Río de Janeiro, la FBERJ, realiza pruebas físicas en su equipo arbitral. El evento 2021 tuvo lugar este domingo, día 2, en la Escuela Municipal Governador Roberto Silveira, en Mesquita.

Ya se contaba con la aprobación del 100% de los árbitros evaluados. De esta forma, estos profesionales están en condiciones de ejercer sus funciones en las canchas. Al acto asistieron el presidente de la FBERJ, Daniel Riente, el director del departamento de baloncesto 3×3, Luiz Olyntho, la coordinadora de arbitraje de la federación, María Thereza Rezende, y el supervisor deportivo de la institución, Heraldo Filho. En la valoración también estuvo presente el árbitro nacional Gabriel Signorelli.

Las pruebas físicas son elaboradas y evaluadas por la federación y profesionales de la salud, con el objetivo de mejorar el cuerpo técnico de la institución y preparar a los árbitros para el desempeño de la función durante los campeonatos de este año.

Árbitros da Federação do Rio passam por teste físico neste domingo

Anualmente, a Federação de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro, a FBERJ, realiza testes físicos em seu quadro de arbitragem. O de 2021 aconteceu neste domingo, dia 02, na Escola Municipal Governador Roberto Silveira, em Mesquita.

Desde já, houve a aprovação de 100% dos árbitros avaliados. Assim, estes profissionais estão aptos para suas funções nas quadras. O evento contou com o presidente da FBERJ, Daniel Riente, do diretor do departamento de basquete 3×3, Luiz Olyntho, da coordenadora de arbitragem da federação, Maria Thereza Rezende, e do supervisor de esportes da instituição, Heraldo Filho. Também marcou presença na avaliação o árbitro nacional Gabriel Signorelli.

Os testes físicos são preparados e avaliados por profissionais da federação e da área de saúde, com o intuito de aprimorar o quadro técnico da instituição e preparar os árbitros para o desempenho da função durante os campeonatos deste ano.

Luka Doncic pode sair de Dallas?

Opinião de Luis Fernando Julio, do @swishtvbr

Astro da equipe tem chances mais do que reais de não ser o franchise player do time por muito tempo

Quando Luka Doncic chegou em Dallas no draft de 2018, muitas dúvidas pairavam sobre o jovem esloveno. Porém ele respondeu a todas as desconfianças e críticas com uma temporada de calouro simplesmente magistral, com médias de 21,2 pontos, seis assistências e 7,8 rebotes.

O jogador, que já havia sido MVP da EuroLeague com apenas 17 anos, foi selecionado como o Novato da Temporada da NBA, um prêmio que abriu os olhos de todos em relação a esse talento gigantesco que estava prestes a explodir. Em sua segunda temporada, as expectativas estavam altíssimas em relação ao nível de atuação que Luka poderia mostrar.

A partir deste momento, com a companhia de Kristaps Porzingis no elenco, muitos esperavam um resultado coletivo mais expressivo – e de fato isto aconteceu, após um ano onde foi diversas vezes colocado na conversa de MVP. Doncic conseguiu carregar o Mavs aos playoffs, quando o time foi superado pelo Los Angeles Clippers em uma série extremamente disputada, onde o próprio jovem foi protagonista em diversos momentos.

Após isso, a temporada de 2020/21 iniciou com mudanças no elenco de Dallas. Seth Curry, que fez uma temporada gigante pelo time no ano anterior, foi envolvido em uma troca com o Philadelphia 76ers. Com isso, Josh Richardson, um jogador que se destacou pela sua defesa e atleticismo, chegou para ser o principal reforço do Mavericks na temporada. Em teoria o movimento foi inteligente, já que na temporada anterior o grande problema do time foi a defesa de perímetro, e Richardson tem características que poderiam solucionar esta falha.

Porém, para corrigir este problema, a diretoria abriu mão de uma de suas principais armas que fizeram a equipe ter uma boa temporada: a bola de três pontos. Curry foi extremamente eficiente nos seus arremessos de quadra, com um aproveitamento incrível de 45,2% nas bolas de três. Ele foi, ao lado de Luka, um dos principais nomes da boa campanha da equipe, mas mesmo assim esteve em uma troca que hoje vemos claramente que foi um erro.

Josh Richardson é um jogador que não consegue se manter constante no time. Na mesma semana que tem um jogo sólido de 20 pontos, faz outro extremamente apagado com menos de dez – algo que com Seth era raríssimo de acontecer. Juntamente com isso há a dificuldade absurda de Porzingis se manter saudável. Esse desnível faz com que toda a responsabilidade de uma possível vitória de Dallas caia nas costas de Doncic.

Inclusive Porzingis mostra-se como o grande problema do time. Além de ser um jogador que não consegue estar presente em quadra, ainda há boatos de que ele causa diversos problemas no vestiário, devido a uma possível inveja ao protagonismo de Luka. O que sabemos é que há anos ele não consegue ser nem metade do jogador que todos nós imaginávamos quando foi draftado pelo New York Knicks, em 2015.

Doncic terá uma difícil escolha pela frente. Foto: El Confidencial.

Apesar de todos os erros na off-season e de todos os problemas extra-quadra que o Dallas tem passado, o time ainda se mantém na sexta colocação na conferência Oeste, com 34 vitória e 27 derrotas. Isso é de total responsabilidade de Luka Doncic, que com mais uma temporada gigantesca, com médias impressionantes de 28,6 pontos, 7,9 rebotes e 8,7 assistências, vê mais uma oportunidade de tentar ser eleito o melhor jogador de toda a NBA.

Contudo, as chances do Mavs passar mais longe nos playoffs é baixa – é muito difícil que a equipe vá além do primeiro round, independentemente contra quem jogar. Na próxima temporada, o contrato de novato de Luka se encerrará, e é claro que o dono da franquia, Mark Cuban, tentará renovar e oferecer um senhor acordo para o esloveno.

Porém a diretoria não pode continuar pensando que, só pelo fato de ter Doncic no time, o Dallas conseguirá ser um time competitivo ao título.

Atualmente Luka já deu diversos indícios do descontentamento com o baixo nível de seus companheiros. Mesmo não falando abertamente sobre isso, podemos ver sua irritação quando efetua um passe genial que não é aproveitado, ou quando consegue ter jogos com mais de 40 pontos, e seu time perde. Às vezes ele carrega a equipe totalmente sozinho para uma prorrogação contra um grande adversário, e mesmo assim, seus companheiros não conseguem ajudá-lo a vencer.

Portanto, há diversos exemplos da falta de paciência do jogador, algo que justifica ele ser um dos líderes de faltas técnicas da temporada; sua irritação é evidente. E todos nós sabemos o que acontece quando uma super estrela tem um alto nível de descontentamento com a franquia, e em uma liga que a cada ano se torna mais competitiva, é muito difícil imaginar que um jogador do nível de Luka Doncic fique muito tempo em um time que não ofereça peças para ser campeão. O Mavericks necessita se movimentar muito bem na próxima off-season, pois se não o fizer, poderá estar muito próximo de ver o sonho de ter um novo europeu carregando o time para um título ir embora mais cedo do que seus diretores esperam.

WNBA e associação de árbitros selam acordo de três anos

Conforme divulgado pela instituição dos oficiais de arbitragem nesta sexta-feira (30), a NBRA – Associação de Árbitros da NBA – e a WNBA selaram um acordo coletivo de trabalho, com duração de três anos.

A princípio, a preocupação fundamental no documento é o foco “na saúde e segurança dos árbitros da WNBA, como também a melhoria dos termos e condições de emprego”, disse Lucas Middlebrook, do escritório Seham, Seham, Meltz & Petersen, representante da NBRA.

Do mesmo modo, Cathy Engelbert, comissária da WNBA, enfatizou a importância do acordo, declarando: “esperamos a temporada número 25, juntamente com nossos árbitros, que são essenciais para o jogo.”

Foto do destaque: WNBA.