Lobos 1707: tequila com estilo

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA

Tomar tequila no estilo. Essa é a proposta do case com alça da Lobos 1707, a marca de tequila de LeBron James. A peça é a primeira da coleção Legacy, lançada neste ano. O compartimento, com espaço para uma garrafa, é produzido em couro italiano customizado e feito manualmente por Sheron Barber, estilista conhecido por seu trabalho com o tecido.

Dwyane Wade e LeBron James: tequila com elegância. Foto: divulgação/IG Sheron Barber.

Barber desenvolve peças exclusivas em couro para muitos esportes, como o motociclismo. Recentemente, ele criou 100 bolas de futebol americano com a padronagem da Louis Vuitton e as logos dos times do Super Bowl LVI – Los Angeles Rams e Cincinnati Bengals. O vencedor Rams foi posteriormente homenageado com uma bola exclusiva, também produzida por Barber.

LV e Rams: unidos pelo couro. Foto: divulgação/IG Sheron Barber.

Em um Reels de seu Instagram é possível acompanhar a manufatura da bola, criada a partir de uma oficial da NFL. Barber mostra para o público no vídeo, rapidamente, todos os detalhes do arremate e das costuras.

Detalhes são o diferencial do trabalho do artista, cujo ateliê leva seu nome. Na alça e no corpo do porta-bebidas do tequila, por exemplo, estão impressos o nome e o lobo símbolo da empresa de LeBron James. O consumidor que adquirir a peça exclusiva da 1707 levará ainda um chaveiro destacável, em formato do animal que é símbolo desse empreendimento da estrela do Los Angeles Lakers.

O chaveiro destacável tem o formato de um lobo. Foto: divulgação/Lobos 1707.

A estética do case remete à bebida envelhecida; por isso, o tom de couro escolhido foi o bronze, e os arremates da bolsa, como as fivelas da alça, são todos dourados. A proposta da peça é ser um complemento útil e elegante para um look noturno ou diurno.

Estética de tequila envelhecido. Foto: divulgação/IG Lobos 1707.

Foto de destaque: IG LeBron James.

Policial e parente de árbitro: conheça a arbitragem do evento All-Star da NBA

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA

Estar no evento do All-Star na NBA não é somente uma grande conquista para jogadores e técnicos. Os árbitros escolhidos também percebem esta convocação como um logro importante na carreira. Este ano, a liga selecionou nove profissionais, sendo três deles de dedicação parcial, para atuarem nos dias de festa na cidade de Cleveland, no estado de Ohio.

No All-Star Game, que acontece no domingo (20), entrarão em quadra para arbitrar o maior destaque do final de semana Kane Fitzgerald, Brian Forte e James Williams. Juntos, os três somam exatas 40 temporadas de experiência. Fitzgerald e Williams são exclusivamente crew chiefs, tendo também atuado em finais.

Para a partida da noite de sábado e o Rising Stars, veremos Jacyn Goble, Natalie Sago e Jonathan Sterling. Goble traz duas curiosidades em sua biografia – foi policial de Homícidios na cidade de Miami por 13 anos e é irmão de John Goble, também árbitro da NBA.

Jacyn Goble acumula seis temporadas na NBA, tendo sido oficial de polícia por mais tempo – 13 anos. Foto: San Francisco Chronicle.

Outro parente de apito é Sterling, este não por sangue, mas por laço. Ele é casado com Lauren Holtkamp, uma conhecida oficial dos fãs de basquete. E fechando o ciclo das coincidências de parenteco, Brian Forte, que estará no All-Star Game, é filho de Joe Forte, ex-árbitro da NBA.

Já no jogo das celebridades e na partida do Next Gem, teremos os três profissionais que ainda dividem as funções na liga com a G League. Robert Hussey, Clare Aubry e o canadense Matt Kallio terão a oportunidade de mostrar serviço e participarem da famosa celebração.

Clare atua na G League e pode estar na lista de profissionais que concorrem a uma vaga de tempo integral na NBA. Foto: Juan Ocampo/NBAE via Getty Images.

A lista com os nomes dos nove árbitros foi divulgada nesta semana, e a NBA faz uma pausa em sua temporada regular desde sexta-feira (18), até a próxima quarta (23). Na quinta-feira (24), a liga retoma a segunda metade do ciclo 2021-2022 com sete confrontos.

Foto do destaque: Getty Images.

Fátima Aparecida da Silva lança segundo livro

Fátima Aparecida da Silva é um dos principais nomes da história da arbitragem no Brasil – e a polivalente profissional quer mais. Nesta semana, foi lançado oficialmente pelo IBC (Instituto Brasileiro de Coaching) seu segundo livro, Como Mudar Sua Vida, uma coautoria em parceria com José Roberto Marques, coordenador editorial da publicação, responsável pela organização dos textos. Ele é o CEO e fundador do instituto, além de ter mais de 63 livros publicados em seu currículo.

Fátima Aparecida da Silva
Foto: divulgação/site Marlucia Fernandes.

Sua primeira experiência literária havia sido uma publicação técnica sobre basquete, voltada para os professores da rede estadual de São Paulo. Agora, com o novo livro, Fátima realiza um sonho – o de concretizar no papel algumas de suas experiências pessoais e profissionais.

Nesta primeira coautoria, ela relata algumas vivências, sem deixar de lembrar das pessoas que estiveram presentes nos momentos fundamentais de sua carreira – anjos, como Fátima os denomina.

Um sentimento e aprendizado incrível, que me levou ao autoconhecimento e ressignificação de muitas coisas. Entregar um texto e recebê-lo em um livro, com sua história registrada… Participar de um lançamento; tudo novo e maravilhoso. Sentimento indescritível.

Fátima Aparecida da Silva

Em maio de 2021, numa entrevista para o site, ela já relatava a necessidade criativa e também profissional do árbitro buscar outros caminhos na carreira e se arriscar em outras áreas:

Árbitros NBA: o caminho para o futuro de um profissional de arbitragem pode ser fora das quatro linhas, com essas empresas de gestão esportiva e eventos?

Fátima: com toda certeza. Muitas vezes, durante a carreira, o oficial precisa se ausentar por alguns dias e nem todas empresas permitem. Assim, o empreendedorismo é uma excelente opção. Conseguimos conciliar e gerenciar as duas funções, além de auxiliarmos outros oficiais a trabalharem e também abrindo portas, pois nem todos estão nas competições oficiais como Campeonato Paulista (FPB), outros nacionais ( NBB, CBA, LBF) ou internacionais ( BCLA, Sul-Americanos, etc).      

Foto do destaque: arquivo pessoal.

FBERJ promove curso de arbitragem 3×3 – inscrições abertas até segunda

O Departamento de Arbitragem da FBERJ (Federação de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro) promove curso de arbitragem de basquete na modalidade 3×3. O evento começa na próxima terça (25) e segue até o dia 12 de fevereiro. As inscrições estão abertas até o dia 24 (segunda) – clique aqui para mais informações.

O curso terá aulas presenciais e on-line. Os aprovados, além de receberem o certificado oficial de conclusão, serão incluídos como estagiários no quadro de arbitragem da federação.

Para Ana Carolina Zachi, árbitra internacional de 3×3 e instrutora do curso, ao lado de Ewaldo Ramos, o curso preenche tanto a necessidade de mais oficiais para a modalidade quanto para a expansão pessoal do profissional do apito.

“O curso de arbitragem 3×3 é muito importante para a expansão do nosso quadro de arbitragem e para que possamos tem uma rodagem maior nos campeonatos. O curso de 3×3 mudou minha perspectiva na carreira de árbitra, e acredito que pode mudar de muitas pessoas também.”

Ana Carolina Zachi

Foto do destaque: divulgação/Olympics.

Tem apito novo no NBB

Atuar no NBB (Novo Basquete Brasil) é uma das etapas que um árbitro mais almeja. Um campeonato nacional adiciona à bagagem profissional experiência, versatilidade e adaptação às diferentes cidades que recebem o torneio.

Uma das estreias deste ano no NBB foi a de Leonardo Cruz Dubois, na partida entre Minas e Fortaleza, no último domingo (19). Ao seu lado em quadra, os experientes Marcos Benito e Maurício Serour. Dubois tem 23 anos e pertence à Federação Catarinense de Basquetebol.

A empolgação do jovem profissional com sua atuação na liga contagia também seus parentes e amigos, como faz questão de frisar. O basquete parece estar no DNA da família – seu pai, Luiz Gastão, é árbitro da modalidade e incentivou o filho, em 2016, a fazer um curso de arbitragem. A partir disto, Leonardo vem atuando em diversas competições, até culminar no NBB neste mês de dezembro.

Leonardo fez sua estreia nacional no NBB em dezembro. Foto: arquivo pessoal.

A sensação de estrear na NBB é de extrema felicidade, misturada com responsabilidade e nervosismo, é claro. Mas essa sensação boa vai de dentro da quadra pra fora, a partir do momento que eu levo esse orgulho para familiares e amigos.

Não tem sensação melhor do que se dedicar ao que você ama, fazer o que você ama e ao mesmo tempo levar essa alegria pra familiares e amigos que torcem por mim e que me ajudaram a chegar nesse ponto de minha carreira.

A estreia na NBB mostra que mais um objetivo na minha vida foi alcançado; com certeza ainda há muito caminho pela frente, mas com foco, humildade e dedicação, manter-se no principal campeonato brasileiro de basquete é possível e espero poder contribuir para a evolução desse esporte incrível.

Leonardo Cruz Dubois, árbitro

Foto do destaque: Diego Maranhão. Confira o trabalho do fotógrafo esportivo aqui.

Quanto ganha um árbitro da NBA?

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA

O salário dos árbitros da NBA é uma curiosidade antiga do fã da liga. Saber quanto ganha o profissional que passa quase 24 dias na estrada, arbitrando jogos em intervalos de até 24 horas, é dúvida recorrente para quem acompanha o basquete profissional masculino dos EUA.

Como em toda profissão, há uma variedade nas faixas salariais – o valor muda conforme a experiência do oficial. Anualmente, o árbitro da NBA pode ganhar de 100 mil a 550 mil dólares. Esta última cifra é para os profissionais de mais de 15 anos de casa, como Scott Foster, Tony Brothers e outros nomes conhecidos dos brasileiros. Hoje em dia, pelo menos nove árbitros estão neste seleto grupo.

A quantia atual é quase 10 vezes mais alta do que em 1983, por exemplo, quando a faixa salarial da arbitragem variava de 18 mil a 80 mil dólares por temporada.

Jenna Schroeder, Sean Wright e Natalie Sago, três árbitros com experiências e faixas salariais diferentes. Foto: Fernando Medina/NBAE via Getty Images.

Um profissional iniciante, que está em seu primeiro período com a liga, em dedicação exclusiva ou sem – isto é, arbitrando jogos da G League ainda – , fatura por ano 100 mil dólares.

Os valores são computados por partidas – a cada embate na fase regular e nos playoffs, a quantia paga varia de 600 dólares a 3,5 mil dólares. Nas finais, o valor pode ser de até 5 mil dólares por jogo. Como na maioria dos trabalhadores que laboram viajando constantemente, as despesas com passagens, hotéis e alimentação são custeadas pela NBA. Mas os tênis, por exemplo, tem que ser pagos pelos árbitros. A média de uso de cada par é de no máximo dois meses.

As negociações salariais da arbitragem da liga são mediadas pela NBRA, a Associação de Árbitros da NBA, fundada em 1973, porém somente quatro anos depois é que a organização assume a função de sindicato. Em 2017, a NBRA também cuida dos interesses dos profissionais da G League e da WNBA.

Foto do destaque: divulgação/USA Today.

Saúde mental na arbitragem: o apito está sadio?

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA

Fator imprescindível para qualquer profissional, a saúde mental muitas vezes é relegada a um segundo plano por diversos fatores. Falta de tempo, escassez de dinheiro e até vergonha em procurar algum método terapêutico são limitadores para que o trabalhador busque ajuda, em um mundo cada vez mais veloz e que muito exige de quem labora.

A psicóloga Bia Porfírio cita o preconceito e a resistência como obstáculos para que alguém busque tratamento. “Quando a gente fala sobre saúde mental, existem algumas coisas que precisamos levar em consideração. A primeira delas é o preconceito (…). Falar que está doente emocionalmente é ainda muito malvisto. O adoecimento mental faz parte da vida”, explica Bia.

Árbitros esportivos, como os de basquete, sofrem na pele o desgaste que a profissão traz. As escalas de jogos são apertadas e requerem viagens constantes; o ambiente de atuação é um verdadeiro caldeirão de emoções. Fora dele, abusos verbais – e algumas vezes até físicos – vindos dos torcedores são uma constante do ofício. O medo do fracasso, como pontua Bia, também é presente na vida de quem é envolvido com a prática desportiva.

Com todas estas dificuldades, somando-se ainda a distância da família, a saúde mental do árbitro é prejudicada, e seu desempenho dentro das quatro linhas gera problemas, tanto para ele quanto para times e atletas.

Um dos casos mais lendários da NBA foi o de Joey Crawford, que, em 2007, expulsou Tim Duncan do banco do San Antonio Spurs, sob o pretexto de que o astro do time de Gregg Popovich estava rindo. Mais tarde, ele admitiu estar passando por momentos conturbados, e o episódio fez com que ele, apoiado pela liga, buscasse suporte psicológico.

Para Flávia Almeida, Coordenadora de Arbitragem da Liga Nacional de Basquete e Doutora em Educação Física com um estudo inédito no Brasil sobre a Síndrome de Burnout nos árbitros de basquete, a correria diária leva a um isolamento do indivíduo. “Com o aumento da tecnologia e uma vida cheia de compromissos, as pessoas estão se isolando cada vez mais e tendo menos relações interpessoais de maneira saudável, aumentando cada vez mais o isolamento social”, explica.

“Não seria diferente com o árbitro, ainda mais porque, devido ao seu trabalho, passa muito tempo longe de casa. Para isso, é importante que mesmo com o ir e vir entre os jogos, o árbitro consiga manter uma rotina de hábitos saudáveis tanto físicos, quanto mentais. Atividade física regular, alimentação saudável, meditação, sono de qualidade, manter contato constante com a família e com os amigos (a tecnologia também auxilia neste sentido) fazem com que o árbitro possa se manter em equilíbrio, fator muito importante para seu desempenho em quadra.

O importante é sempre procurar ajuda quando sentir que não consegue resolver um problema sozinho, e a rede de apoio existente dentro do próprio grupo de árbitros é ideal para esse primeiro passo. Caso essas ações não sejam suficientes, o árbitro deve procurar ajuda especializada de um psicólogo”, aconselha Flávia.

Gatilho: suicídio

Se você chegou até esta parte, informamos que nos parágrafos a seguir há uma notícia sobre suicídio. Caso não se sinta confortável, pare agora a leitura deste texto.

Na terça (09), o árbitro uruguaio Marcel Ciechanovvechi suicidou-se, como relatado pelo El País. Ele tinha 35 anos e, por respeito ao seu falecimento, a Federação Uruguaia de BasketBall suspendeu a rodada que aconteceria no dia.

A União de Árbitros de Basquete do Uruguai, a UJOBB, postou em seu Twitter uma carta, pedindo ao governo do país que haja mais planos de ajuda e prevenção sobre o assunto. A publicação também frisa que as patologias mentais afetam toda a sociedade.

Raio X com Marcello Berro

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA

Nesta semana, conheceremos mais sobre o árbitro Marcello Berro fora das quadras, na primeira coluna Raio X de novembro. Atualmente residindo na Argentina, ele é, desde 2020, árbitro da Asociación Rosarina de Básquet, tendo uma formação completa no esporte, como atleta, técnico e oficial. Em 2017, Berro foi eleito o Melhor Árbitro do Ano pela FBERJ.

Confira abaixo suas escolhas, com direito a um dos livros mais conhecidos dos fãs de basquete:

Nome completo: Marcello Theoto Teixeira Berro
Nome na arbitragem: Berro
Cidade de nascimento: Rio de Janeiro
Hobby: escrever sobre basquetebol
Atividade física preferida: pedalar
Melhor livro que leu: Cestas Sagradas, de Phil Jackson e Hugh Delehanty
Um filme inesquecível: O Advogado do Diabo, dirigido por Taylor Hackford
Viagem que sonha em fazer: ir a um Final Four da Euroliga

O livro Cestas Sagradas conta um pouco das lições da trajetória de Phil Jackson no basquete, enfatizando a espiritualidade do lendário técnico, que mescla filosofias orientais e dos povos nativos dos EUA. Foto: Magazine Luiza.

Foto do destaque: arquivo pessoal. Ao fundo, o vulcão Teide, nas Ilhas Canárias.

New NBA season with eighty-four referees

By Alice Barbosa, sportswriter, and Árbitros NBA CEO

Eighty-four referees are in the list released by the NBA last Thursday (21) for the new season. The number is six more compared to the previous period, which had 72 professionals dedicated exclusively to the league and six non-staffers, who are the officials who still share the performance in the NBA with the work in the WNBA and G League.

For the 2021/22 season, there will be 75 exclusive referees and nine without complete dedication to the men’s league. Veteran Ken Mauer appears on the list for his 36th year in the NBA, still holding some records. He is the official with the most refereed games – 2,028, in addition to 226 playoff games. In this post-regular period category, Scott Foster appears in second place with 213 entries. The Maryland native moves into season 28 of his career.

In addition to Mauer and Foster, Tom Washington is also among the longest-lived on the court, coming for 31 years on the whistle. On the other hand, John Conley, Brandon Schwab, and Danielle Scott are the part-time referees promoted to serve full-time in the league for the first time.

However, the NBA roster has some outcasts, such as Tony Brown, who is being treated for pancreatic cancer and is not expected to return to court, and Ashley Moyer-Gleich, who has four years of service in the league, remains in the maternity period.

In this season’s non-staffer referee roster, four women will serve in the NBA. Dannica Mosher was listed; Blanca Burns, Cheryl Flores, and Jenna Reneau came from the organization’s other leagues.

Even with the disclosure of the 84 names, there is an inevitable loss of two – Brown and Ashley. However, it is still a more significant amount than last season. Moreover, with movement restrictions due to the pandemic, the number of available referees will give more autonomy to the selection of matches.

Feature photo: Esto.

Nueva temporada NBA de 84 árbitros

Por Alice Barbosa, periodista y CEO de Árbitros NBA

84 árbitros se enumeran en la lista publicada por la NBA el jueves pasado (21) para la nueva temporada. La cifra es seis más respecto al período anterior, que contó con 72 profesionales dedicados exclusivamente a la liga y seis non-staffers, que son los oficiales que aún comparten el desempeño en la NBA con el trabajo en la WNBA y la G League.

Para la temporada 2021/22, habrá 75 árbitros exclusivos y 9 sin dedicación total a la liga masculina. El veterano Ken Mauer aparece en la lista por su 36º año en la NBA, aún con algunos récords. Es el oficial con más partidos arbitrados: 2.028, además de 226 partidos de playoffs. En esta categoría post-período regular, Scott Foster aparece en segundo lugar, con 213 juegos. El nativo de Maryland entra en la temporada 28 de su carrera.

Además de Mauer y Foster, rostros familiares de los fanáticos brasileños, Tom Washington también se encuentra entre los más longevos en la cancha, con 31 años de arbitraje por NBA. John Conley, Brandon Schwab y Danielle Scott, por otro lado, son los árbitros a tiempo parcial promovidos para servir a tiempo completo en la liga por primera vez.

La lista de la NBA, sin embargo, tiene algunos nombres que probablemente no actuarán, como Tony Brown, quien está siendo tratado por cáncer de páncreas y no se espera que regrese a la cancha, y Ashley Moyer-Gleich, quien tiene cuatro años de servicio en la liga y está en período de maternidad.

En la lista de árbitros no miembros del personal de esta temporada, cuatro mujeres servirán en la NBA. Dannica Mosher, que fue incluida en la lista el año pasado; Blanca Burns, Cheryl Flores y Jenna Reneau, provenientes de las otras ligas de la organización.

Incluso con la divulgación de los 84 nombres, hay una cierta pérdida de dos: Brown y Ashley. Sin embargo, sigue siendo una cantidad mayor que la temporada pasada. Con restricciones de movimiento debido a la pandemia, el aumento del número de árbitros disponibles dará más autonomía a la selección de partidos.

Foto destacada: Meg Oliphant/Getty Images.