NBA referee Tony Brown dies

According to TNT and Yahoo Sports insider Chris Haynes, NBA referee Tony Brown passed away this afternoon. He worked 20 seasons in the league. Since 2021, he has been battling pancreatic cancer. Brown was 55.

Photo credit: NBA.


Born in Marianna, Florida, he graduated in Finance, and one of his hobbies was scuba diving, which he practiced in his home state. His whistle colleagues participated in many actions supporting Brown, such as selling a T-shirt with his NBA number (6), whose income was reverted to a support institution for pancreatic cancer patients.

Refs supporting Tony Brown, wearing his t-shirt. Photo credit: from NBRA (Instagram)

Morre o árbitro da NBA Tony Brown

Veterano da liga morreu em decorrência de um câncer pancreático

Segundo o insider da TNT e do Yahoo Sports, Chris Haynes, faleceu nesta tarde (20) o árbitro da NBA Tony Brown, que contabiliza 20 temporadas na liga. Ele se tratava, desde 2021, para um câncer no pâncreas. Brown tinha 55 anos, era casado e tinha três filhos.

Nascido em Marianna, na Flórida, ele era graduado em Finanças, e um de seus hobbies era o mergulho, que praticava nas costas de seu estado natal. Seus colegas de apito participaram de muitas ações de apoio a Brown, como a venda de uma camiseta com seu número na NBA (6), cuja renda foi revertida para uma instituição de apoio a pacientes de câncer pancreático.

Árbitras da NBA com camiseta em homenagem a Tony. Crédito: Instagram.

O comissário da NBA, Adam Silver, ressaltou a qualidade do trabalho de Brown, que atuou na temporada passada no Replay Center. “Tony Brown foi um dos árbitros mais destacados da NBA e uma inspiração para seus colegas. Depois de seu diagnóstico no ano passado, ele lutou com coragem nas várias etapas do tratamento para retornar ao trabalho no Replay Center, demonstrando a dedicação, determinação e paixão que o fez ser altamente respeitado como um árbitro nesses 20 anos.”

Imagem: Associação de Árbitros da NBA

Kane Fitzgerald nas operações de arbitragem e no Replay Center: qual é a mensagem que a NBA quer passar?

Árbitro com 13 anos de experiência na liga é o novo responsável pelos oficiais

A NBA divulgou nesta segunda (19) a nomeação de Kane Fitzgerald como o novo vice-presidente de Operações de Arbitragem e diretor do Replay Center. O oficial de Nova Jérsei substituirá Jason Philips, que esteve no centro de revisão de jogadas de Secaucus por três anos.

Fitzgerald tem 41 anos e passou 13 temporadas nas quadras da NBA. Até a última, atuava como árbitro principal no período regular e nos playoffs, e desde 2019 fazia parte dos trios que apitam finais. Na ocasião de sua estreia nesses jogos decisivos do título, ele afirmou que, para ele, o importante para função seria

“disciplina dentro e fora da quadra, e compostura em todos os momentos”.

Isso reflete exatamente a mensagem que a NBA pode estar querendo passar, para uma temporada que iniciará em 18 de outubro, após alguns fatos como os erros graves de arbitragem no EuroBasket deste ano e o lançamento do documentário Untold – Corrupção no Basquete: austeridade.

Em seus 13 anos na função dentro das arenas da NBA, Kane sempre mostrou ser um profissional rígido no seguimento das regras, o que o levou a ser, em 2017, o primeiro árbitro a expulsar LeBron James, durante a partida entre Miami Heat e Cleveland Cavaliers. Ele também, até a temporada de 2020/21, foi o árbitro que mais dava faltas ofensivas nos jogadores que buscavam a cesta – e essa regra foi uma das que a NBA solicitou atenção redobrada por parte de seus oficiais.

Nov 28, 2017; Cleveland, OH, USA; Cleveland Cavaliers forward LeBron James (23) reacts with Dwyane Wade (9) after he was ejected by referee Kane Fitzgerald (5) in the third quarter against the Miami Heat at Quicken Loans Arena. Mandatory Credit: David Richard-USA TODAY Sports

Retirar das quadras um árbitro que, salvo lesões ou demandas particulares, teria mais umas 20 temporadas úteis na função pode parecer precipitado, porém atende a uma demanda antiga de donos e dirigentes das franquias – Mark Cuban, por exemplo, sempre foi publicamente vocal sobre suas queixas da arbitragem durante partidas do Dallas Mavericks.

Com os fantasmas da corrupção praticada pelo ex-árbitro Tim Donaghy trazidos à tona novamente pela Netflix e a presença cada vez mais explícita e agressiva das empresas de apostas nas quadras da NBA, somente o tempo dirá se Kane Fitzgerald conseguirá imprimir o mesmo rigor de suas atuações nas partidas de seus ex-colegas – e agora subordinados.

Foto de destaque: Getty Images

In Referee Operations and the Replay Center, Kane Fitzgerald: What message does the NBA want to send?

A referee with 13 years of experience in the league is the new head of the officials

The NBA announced on Monday (19) the appointment of Kane Fitzgerald as the new Vice President of Referee Operations and Replay Center Principal. The New Jersey officer replaces Jason Philips, who has been at Secaucus’s play review center for three years.

Fitzgerald is 41 years old and spent 13 seasons on the NBA courts. Until last, he acted as the main referee in the regular period and the playoffs, and since 2019 he has been part of the trios that whistle finals. On the occasion of his debut in these decisive games of the title, he stated that, for him, the critical thing for the function would be

“discipline on and off the court, and composure at all times.”

This motto may reflect precisely the message that the NBA may want to send for a season that will begin on October 18, after some facts such as the severe refereeing errors in this year’s EuroBasket and the release of the documentary Untold – Operation Flagrant Foul: austerity.

In his 13-year tenure within the NBA arenas, Kane has always proven to be a strict professional by the book, which led him to be, in 2017, the first referee to eject LeBron James during a Miami Heat-Cleveland Cavaliers game. He also, until the 2020/21 season, was the referee who gave the most offensive fouls to the players who sought the basket – and this rule was one of those that the NBA requested increased attention from its officers.

Removing a referee from the courts who, except for injuries or particular demands, would have more than 20 valuable seasons in the function may seem hasty. Still, it meets an old need from franchise owners and managers – Mark Cuban, for example, has always been publicly vocal about his complaints about officiating during Dallas Mavericks games.

With the ghosts of corruption practiced by former referee Tim Donaghy brought to light again by Netflix and the increasingly explicit and aggressive presence of betting companies on the NBA courts, only time will tell whether Fitzgerald will be able to print the same rigor of his performances in the games of his former colleagues – and now subordinates.

All-Star
Kyrie Irving and Kane Fitzgerald. Photo: Getty Images.

Ex-jogador Richard Jefferson apitará na Summer League

Por Alice Barbosa, jornalista e fundadora do Árbitros NBA

A NBA divulgou nesta segunda-feira (11) que o ex-jogador e analista da ESPN Richard Jefferson estará em quadra hoje como árbitro em uma partida da Summer League, em Las Vegas.

Segundo o comunicado da liga, “Richard Jefferson apitará o segundo quarto do jogo entre New York Knicks e Portland Trail Blazers após participar de reuniões diárias da arbitragem do evento. Um ex-jogador que se tornou parte da equipe da ESPN, Jefferson vivenciou como os árbitros da NBA preparam-se para as partidas e mostram em quadra seu conhecimento. Depois, ele fará parte da transmissão no intervalo para falar sobre a experiência”.

Com a NBA cada vez mais tentando conquistar novos públicos e manter sua audiência sobretudo entre faixas etárias mais jovens, a empreitada de RJ não causa estranheza. Contudo, a Summer League é mais do que o espetáculo de estrelas das quadras e outras celebridades frequentando os jogos de novatos, jogadores em recuperação física ou de membros do banco – ela é um celeiro de talentos para a arbitragem.

Muitos dos profissionais que hoje estão nas escalações dos jogos da NBA como oficiais de dedicação exclusiva já passaram pelo evento. Oficiais estrangeiros também veem na Summer League uma oportunidade de mostrarem seu talento para um dos “olheiros” da liga, árbitros com mais de dez anos de experiência que assistem aos jogos e passam tudo o que viram para a coordenação da arbitragem da NBA.

Os árbitros recém-contratados pela G League participam da Summer League, além de outros treinamentos destinados a capacitar os novos talentos para um eventual futuro na NBA ou WNBA.

Eric Lewis e a hoje árbitra da NBA, Natalie Sago (à direita), durante a Summer League de 2016. Foto: AP/Tim Reynolds

E os árbitros que assistem aos jogos não somente cumprem a função de observadores, mas também de mentores. Em 2016, Eric Lewis, que atualmente conta com 18 temporadas na NBA, foi um dos coachings dos oficiais da Summer League. “É meu trabalho fazer com que eles sejam contratados. Estou focado no que posso fazer para ajudá-los a melhorar e ganharem esse emprego”, disse ele a AP, na época.

Foto de destaque: Getty Images

Former player Richard Jefferson will blow the whistle in the Summer League

By Alice Barbosa, sportswriter, and Árbitros NBA founder

The NBA announced on Monday (11) that former ESPN player and analyst Richard Jefferson will be on the court today as a referee in a Summer League game in Las Vegas.

According to the league statement, “Richard Jefferson will officiate the second quarter of Monday’s New York vs. Portland game after attending daily NBA Summer League Officiating Meetings in Las Vegas. A former player turned broadcaster for ESPN, Jefferson has experienced how NBA referees prepare for games and execute that knowledge on the court”.

With the NBA increasingly trying to get – and maintain – new audiences, especially among younger age groups, RJ’s endeavor doesn’t seem strange.

However, the Summer League is more than the show of court stars and other celebrities attending rookies’ games – it’s a talent barn for referees. Many professionals on the NBA rosters have already participated in the event. Foreign officials also see the Summer League as an opportunity to show their talent to one of the league’s scouts, referees with more than ten years of experience who watch the games and communicate everything they see to the NBA refereeing coordination.

The newly hired G League referees attend the Summer League and other training to be empowered as new talents for a possible future in the NBA or WNBA.

And the referees who watch the games not only serve as observers but also as mentors. In 2016, Eric Lewis, who currently has 18 seasons in the NBA, was one of the coaches of the Summer League officers. “It’s my job to get them hired. I’m focused on the things I can do to help them improve and get a job,” he told AP at the time.

Finais da NBA: veja os árbitros escolhidos

Por Alice Barbosa, jornalista e criadora do Árbitros NBA

As finais da NBA chegaram, e a liga divulgou nesta quarta (01) a lista dos árbitros escolhidos para atuarem na série de partidas entre Boston Celtics e Golden State Warriors. O primeiro jogo acontece na cidade de San Francisco, na quinta (02).

A relação não oferece surpresas – é um funil de 12 profissionais que atuaram nas finais das conferências, traz nomes como os dos veteranos Scott Foster e Tony Brothers, com 27 anos de serviços prestados na NBA.

Veja a lista dos árbitros que estarão em quadra nas finais da NBA e no Replay Center, o centro de revisão de jogadas da liga localizado na cidade de Secaucus, em Nova Jérsei:

Tony Brothers, James Capers, Marc Davis, Kane Fitzgerald, Scott Foster, John Goble, David Guthrie, Courtney Kirkland, Eric Lewis, Josh Tiven, James Williams e Zach Zarba.

Diferente da temporada regular, quando não há a figura do quarto árbitro presente na arena, os playoffs e finais da NBA contam com esse profissional em stand by, no caso de que algum dos três em quadra, momentos antes ou até durante o jogo, não possa participar da partida. O nome deste árbitro também é divulgado junto com a escalação diária, que acontece cerca de 10 horas antes do confronto entre os times.

Como eventuais suplentes das finais, poderão trabalhar seis nomes – Curtis Blair, Tyler Ford, Mark Lindsay, Ed Malloy, Ben Taylor e Sean Wright.. Estes profissionais permanecem em plantão e são deslocados para as arenas se um dos escolhidos tenha uma lesão ou outro problema de saúde que o impeça de arbitrar o jogo horas antes do confronto.

Se a NBA mantiver o padrão de outros anos, o crew chief e o referee (primeiro e segundo árbitro) são os mesmos e atuarão em um sistema de rodízio – o grupo que trabalha no jogo 1, por exemplo, volta para o 5.

Confira a escalação diária das partidas da NBA, durante a temporada regular, playoffs e finais, em nosso Twitter.

Foto de destaque: Getty Images.

NBA Finals: take a look at the referees

Alice Barbosa, sports journalist and creator of Árbitros NBA

This Wednesday, the NBA has released the list of referees chosen to work in the Finals games between the Golden State Warriors and the Boston Celtics. The first one takes place in San Francisco, on Thursday.

The list, this year, doesn’t has surprises – it is a funnel of 12 professionals who worked in the Conference Finals, has names such as veterans Scott Foster and Tony Brothers, each one with 27 years of services provided in the NBA.

See the list of referees who will be on the court in the NBA Finals:

Tony Brothers, James Capers, Marc Davis, Kane Fitzgerald, Scott Foster, John Goble, David Guthrie, Courtney Kirkland, Eric Lewis, Josh Tiven, James Williams and Zach Zarba.

Unlike the regular season, when there is no fourth referee available, the NBA Playoffs and Finals rely on this professional being on standby if any of the three on the court can’t referee anymore due to some illness during the game. Their names are also disclosed along with the daily assignment, about 10 hours before the game.

As eventual alternates of the Finals, Curtis Blair, Tyler Ford, Mark Lindsay, Ed Malloy, Ben Taylor and Sean Wright – these professionals remain on duty and go to the arenas if one of the chosen refs has an injury or other health problem that prevents them from refereeing hours before the game.

If the NBA maintains the standard of other years, the crew chief and the referee are the same and act on a rotation system – the group that works in game 1, for example, goes back to 5.

Check out the daily assignment for the NBA games during the regular season, Playoffs, and Finals on our Twitter.

Feature photo: The Commercial Appeal.

Scott Foster e Chris Paul: entenda a treta

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA

Scott Foster e Chris Paul novamente estiveram juntos em quadra na partida de ontem (19) entre Phoenix Suns e New Orleans Pelicans pelos playoffs de 2022 da NBA – e pela 14ª vez o encontro teve um resultado negativo para CP3. A equipe do Arizona, que conquistou o primeiro lugar da Conferência Oeste durante a temporada regular, perdeu para o Pels por 125 a 114, num jogo onde Brandon Ingram anotou 37 pontos, 11 rebotes e nove assistências.

Além de Foster, um veterano que contabiliza 28 temporadas na liga, com mais de 213 partidas de playoffs no currículo, completaram o trio de arbitragem Tony Brothers e Pat Fraher.

Os primeiros indícios da tempestuosa relação entre o jogador e Foster datam da temporada de 2007/2008, quando Paul fazia parte do New Orleans Hornets. Na segunda rodada dos playoffs, o time enfrentou o campeão do período anterior, o San Antonio Spurs. E lá estava Scott Foster, numa partida em que Chris Paul teve que deixar a quadra por ter atingido o limite de faltas.

CP3 contou, em 2020, que no jogo 7 entre Houston Rockets e Oklahoma City Thunder, que teve a derrota do OKC, Foster estava escalado e fez questão de lembrar ao jogador que na sétima partida de 2008, contra os comandados de Gregg Popovich, Paul também havia perdido o embate.

Durante a coletiva pós-jogo, Paul foi enfático em expressar seu descontentamento com Foster: “essa m***a não faz sentido. Isso é louco. A liga sabe desta situação e vai me multar, vocês sabem disso. Eu disse o nome dele; todos vocês conhecem essa história”:

Em 2018, num jogo do Rockets durante o período regular, Paul recebeu uma falta técnica e caracterizou ironicamente o ato como “Scott Foster em seu melhor momento”. Na temporada seguinte, seu então colega da franquia texana, James Harden, declarou, após uma derrota com Foster arbitrando, que a NBA não deveria permitir mais que o profissional do apito trabalhasse na liga. Na ocasião, CP3 jogou as mãos para cima, expressando seu descontentamento com Scott.

Outro encontro polêmico entre os dois deu-se no emblemático jogo 6 das finais do ano passado entre Suns e Milwaukee Bucks. O resultado é conhecido – o time de Giannis Antetokounmpo faturou o título de campeão.

Porém esta não é a única relação tensa do ex-presidente da Associação de Jogadores da NBA (NBPA) com a arbitragem. Em 2015, durante o primeiro ano de Lauren Holtkamp na liga, ele declarou, na coletiva após o final do jogo, que o trabalho na NBA “talvez não fosse para ela”. O jogador recebeu uma falta técnica dada pela árbitra no terceiro quarto de uma partida entre Los Angeles Clippers, na época a casa de Paul, e o Cleveland Cavaliers. Confira abaixo a cena:

Na ocasião, a Associação de Árbitros da NBA (NBRA) emitiu uma mensagem nas redes sociais apoiando Lauren e corroborando que a falta dada era totalmente justificável. A liga multou Chris Paul em 25 mil dólares pelos comentários feitos sobre a situação.

O Phoenix Suns é considerado um forte concorrente para o título desta temporada – assim como no ano passado. Caso o grupo liderado por CP3 e Devin Booker avance para a segunda rodada dos playoffs, é provável que os fãs de basquete vejam mais um encontro entre Chris Paul e Scott Foster.

Scott Foster and Chris Paul: the story

By Alice Barbosa, sportswriter, and Árbitros NBA CEO

Scott Foster and Chris Paul were again together on the court in yesterday’s game (19) between the Phoenix Suns and New Orleans Pelicans for the 2022 NBA playoffs – and for the 14th time, the match had a negative result for CP3.

The Arizona team, which clinched first place in the Western Conference during the regular season, lost to the Pels 125-114 in a game where Brandon Ingram scored 37 points, 11 rebounds, and nine assists.

In addition to Foster, a veteran who has 28 seasons in league with more than 213 playoff games on his resume, completed the refereeing trio Tony Brothers and Pat Fraher.

Early indications of the stormy relationship between the player and Foster date back to the 2007/2008 season, when Paul was part of the New Orleans Hornets. In the second round of the playoffs, the team faced the previous period champion, the San Antonio Spurs. And there was Scott Foster, in a game in which Chris Paul had to leave the court for reaching the foul limit.

CP3 said in 2020 that in Game 7 between the Houston Rockets and Oklahoma City Thunder, which had the loss of OKC, Foster was scheduled to be cast and made a point of reminding the player that in the seventh game of 2008, against Gregg Popovich’s command, Paul had also lost the battle.

During the post-game press conference, Paul was emphatic in expressing his displeasure with Foster: “that s**t don’t make no sense… that’s crazy, he’s just… that situation, the league knows, they gonna fine me, we all know. I said his name; you all know the history.”

In 2018, in a Rockets game during the regular period, Paul received a technical foul and ironically characterized the act as “Scott Foster at his finest.”

The following season, his then-Texan franchise colleague, James Harden, declared, after a loss (and Foster was refereeing it), that the NBA should no longer allow the whistle professional to work in the league. At the time, CP3 threw its hands up, expressing its displeasure with Scott.

Another controversial encounter between the two took place in Game 6 of last year’s finals between the Suns and Milwaukee Bucks. But, again, the result is known – Giannis Antetokounmpo’s team won the champion title.

But this is not the former NBA Players Association (NBPA) president’s only tense relationship with the refs.

In 2015, during Lauren Holtkamp’s first year in the league, he declared at the press conference after the end of the game that the NBA job “might not be for her.” The player received a technical foul given by the referee in the third quarter of a game between the Los Angeles Clippers, at the time Paul’s home, and the Cleveland Cavaliers. Check out the scene below:

The NBA Referees Association (NBRA) issued a message on social media supporting Lauren and confirming that the foul given was entirely justifiable. Additionally, the league fined Chris Paul $25,000 for comments about the situation.

The Phoenix Suns are considered a strong contender for this season’s title – just like last year. If the group advance to the second round of the playoffs, basketball fans are likely to see another meeting between Chris Paul and Scott Foster.