Cinco árbitras de basquete estreiam em Tóquio

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA.

Cinco árbitras farão sua estreia nas quadras de uma olimpíada durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, que começaram nesta sexta (23) – dentre elas, a brasileira Andreia Regina Silva. Completam o time de estreantes Maripier Malo, do Canadá; a dinamarquesa Maj Forsberg; Viola Gyorgy, da Noruega, e a estadunidense Amy Bonner.

PIONEIRA EM CONFERÊNCIA UNIVERSITÁRIA

A carreira de Bonner tem passagens pela WNBA, G League, alguns eventos internacionais da FIBA e atualmente ela atua na Divisão I da NCAA, em jogos do basquete masculino do torneio universitário dos Estados Unidos. Ela foi a primeira mulher a arbitrar na conferência masculina da Atlantic 10. Porém, antes, uma liga menor não a contratou. Um dos supervisores disse a ela que “você é melhor que 95% dos homens na minha equipe, mas nunca te contratarei, porque você é mulher.”

Amy engrossa o coro dos profissionais que arbitragem que veem os Jogos Olímpicos como uma das metas de carreira. “Sempre quis representar meu país nas Olimpíadas desde que eu tinha oito anos.”

E ela ressalta que, além do destaque profissional, estar em um acontecimento internacional também confere ao profissional uma experiência social ímpar, e conta como foi sua presença nos torneios da FIBA em que trabalhou.

Amy Bonner durante partida. Foto: The Oklahoman.

“Na FIBA, você compartilha culturas, encontra-se com pessoas e faz troca. Além de vermos o quão diferente somos, mas também como somos iguais. Não há ninguém indo a um torneio da FIBA porque apenas gosta de arbitrar. Todos nos juntamos por esse amor à arbitragem e temos essa paixão para entrar em quadra e atuar bem.”

Assim como muitos árbitros ao redor do mundo, Bonner iniciou sua carreira recebendo remunerações que eram quase como ajudas de custo. “Eu estava na faculdade, precisava de dinheiro para gastar e estavam pagando 10 dólares por jogo em um centro de recreação. Eu fazia 10 jogos por dia, e pensava que eu era rica”, brinca. Posteriormente, Amy formou-se como terapeuta física pela Universidade do Missouri.

Foto do destaque: Swish Swish.

Galeria de fotos 🇺🇸 Photo gallery 🇪🇸 Galería

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA

Galeria de fotos – os Jogos Olímpicos de Tóquio iniciaram nesta sexta (23), e o basquete terá dois árbitros brasileiros como oficiais. Guilherme Locatelli e Andreia Regina Silva foram os selecionados para estarem em quadra. Andreia faz sua estreia em uma olimpíada; já Locatelli segue para a segunda de seu currículo. Em comum, ambos compartilham a paixão pelo ofício e a responsabilidade no exercício desta função destacada.

Em declaração ao site da LNB, eles relataram a experiência olímpica. Para Andreia, “já foi uma grata surpresa estar na equipe do Mundial de Clubes como quarta árbitra em uma convocação da FIBA Mundo. Agora, a convocação para a Olimpíada foi algo que eu não esperava, embora estivesse em 2020 como árbitra stand-by se caso algum árbitro não fosse. Mas, mesmo assim, quando vi essa nova convocação e que eu estaria entre os 30 árbitros relacionados para trabalhar em Tóquio, eu não acreditei. São 22 anos de dedicação, lágrimas e alegrias. 22 anos morando em São Paulo, longe da minha família e perseguindo um sonho que chegou”.

Locatelli ressalta a importância da convocação nessa edição atípica do evento, realizado com um ano de atraso por conta da pandemia do COVID-19. “Essa olimpíada realmente será diferente. A pandemia afetou os jogos em todos os seus aspectos, e a experiência que teremos em Tóquio será única com certeza. Tanto no que diz respeito à logística, que será empregada para a realização segura do evento, quanto no próprio sentimento de recomeço, que com certeza estará pairando sobre todos por lá.  Participar de um evento dessa grandeza e com todo este simbolismo que se desenhou por conta dos ocorridos no mundo ficará gravado com muito carinho na minha memória”.

Confira abaixo uma galeria de fotos da atuação dos dois profissionais nas quadras:

Imagem de destaque: Árbitros NBA.

Empresa e podcast conferem premiação de basquete e arbitragem

Empresa do ramo esportivo e um podcast do ramo organizam premiação

Por Alice Barbosa, jornalista e fundadora do Árbitros NBA

Toda empresa dedica-se à promoção de seus produtos. Assim, o marketing esportivo também vem se aprimorando há anos, a fim de conectar marcas e público de uma maneira cada vez atrativa. Além disso, os negócios esportivos também buscam aproximação com seus parceiros e clientes, e um prêmio é uma das melhores recompensas que uma empresa pode conceder a seus partners.

Negócios em quadra

A Hoops Park Indoor Basketball, localizada na cidade de São, Paulo, é uma marca que oferece infraestrutura para praticantes de basquete, com duas quadras profissionais, uma oficial para a modalidade 3 x 3 e estruturas de apoio como bar e espaço para eventos. Ainda assim, o espaço também atua em outras áreas de promoção do esporte.

Raul Neto, jogador do Washington Wizards e embaixador do Hoops Park, e Jonatas Pontes, fundador do projeto: união de recreação e esporte. Foto: Instagram/@hoopspark

Já o Diquinta Podcast é um produto também focado no basquete e ancorado nos principais agregadores de áudio, formado pelo ex-jogador Gustavinho Lima, por Marcel Pedroza e Adalto Pedreira. A ideia do pod, inclusive, nasceu no Hoops Park, durante a apresentação de uma live. O primeiro episódio do projeto foi publicado em fevereiro de 2020, e agora já são mais de 80 disponíveis para os ouvintes.

O podcast estreou em fevereiro deste ano sua segunda temporada. Imagem: Instagram/@diquintapodcast

Prêmio Melhor do Ano NBB

E dessa maneira, Hoops e Diquinta divulgaram, em maio deste ano, o prêmio Melhor do Ano NBB 2020/21. A intenção, como explica Gustavinho Lima, era enaltecer o trabalho de atletas e árbitros, tanto na liga profissional brasileira quanto dos que atuaram no Hoops Park. Ele cita que, durante sua carreira como jogador, nas premiações oficiais muitas vezes as pessoas votavam em amigos ou conhecidos, e não realmente em quem havia se destacado na temporada, enfim.

Então, unindo reconhecimento e também mais um elemento de promoção que cabe no marketing esportivo das duas marcas, o Melhor do Ano NBB 2020/21 premiou profissionais que atuaram nas ligas brasileiras, dando o devido destaque a atletas e também aos árbitros.

Assim, Cauan Santos foi eleito o melhor desta temporada. Em entrevista ao Árbitros NBA, ele contou, por fim, a importância da premiação:

Receber um prêmio de Melhor Árbitro do NBB do Hoops Park e do Diquinta Podcast foi pra me dar mais forças para continuar na carreira e também para glorificar todo meu “recomeço”. Acredito que apitar torneios amadores é de suma importância pro crescimento de um árbitro – com toda certeza. Após me mudar pra São Paulo, melhorou muito a minha arbitragem pela quantidade de jogos apitados. Eu apitava jogo todo dia, e como os árbitros não tem um treinamento –como os jogadores, que ficam arremessando milhares de vezes-, nós “treinamos” trabalhando, então apitar esses torneios amadores é um excelente “treinamento”.

Imagem: Instagram/@hoopspark

Para Gustavinho, incluir a categoria é “humanizar a arbitragem, ter um olhar mais humano para isso, pois é uma posição muito difícil de se exercer”. Como resultado, ele ressalta que arbitragem boa é a discreta. Portanto, isso faz de Cauan, segundo ele, um nome merecedor do reconhecimento dado pelo Hoops Park e o Diquinta Podcast.

Ficha técnica

Hoops Park Indoor Basketball:

Praça Olavo Bilac, 38, Campos Elíseos, São Paulo – SP.

Diquinta Podcast:


Imagem de capa: montagem Árbitros NBA.

🇺🇸 Interview: Maria Thereza Rezende, Referee Coordinator at FBERJ

We are aware that a NBA-like remuneration will not be feasible in the NBB and, similarly, that the NBB’s remuneration is not feasible in our federations.

Maria Thereza Rezende

Written by Alice Barbosa, journalist, sports writer and founder of Árbitros NBA.

Maria Thereza Rezende is a Physical Education professional and currently heads the Referee Coordination of the Basketball Federation of the State of Rio de Janeiro. Thereza still acts as table official in matches and is one of the most vocal representatives of the Brazilian refereeing.

Check out the interview about the performance of table officials, the obstacles in managing coordination, and their journey in refereeing.

– What is the challenge in managing the Federation’s refereeing coordination?

People management is an art. Coordinating referee officials that, at the time I was born, some of them already refereed high-level competitions, is something quite challenging. Even though it is sometimes misinterpreted, I face it in the best possible way – with joy, enthusiasm, and, above all, love and dedication to basketball.

– The financial reality of Brazilian sport, even if professionalized, is very different from a league like the NBA, for example. How to deal with and overcome difficulties in the assignment for the games and in managing the coordination itself with a reduced budget?

A very difficult point when we are in this position is the remuneration of officials and what goes on for some time — without adjustments — but we also know about the reality of our country and the world, especially in the last two years. We are aware that an NBA-like remuneration will not be feasible in the NBB and, similarly, that the NBB’s remuneration is not feasible in our federations.

Thereza working as a table officer. Photo: Instagram/@therezabasquete


– You play in many games as a table official. How do you manage to unite this function and FBERJ’s routine?

Now that’s my biggest passion — acting as a table official! With every assignment that comes out, I still feel those “butterflies in my stomach”; a mixture of emotion, pleasure, admiration, and interest.

– Many fans do not know in detail the role of the three table professionals. How is the table acting in a game?

In international games, we work with four table officials.

The scorer is responsible for recording in the summary all information relevant to the game: place, date and time of the game, team registration, player entries, points, fouls, times debited, among others.

The assistant scorer operates the scoreboard and assists the timekeeper.

The timer is responsible for timing the game time, times debited and game intervals, among other attributions.

The shot clock operator switches it on or reprograms it according to live ball control and other readjustments supported by FIBA rules during team possession.

In national games, we work with three table officials: scorer, timer, and the shot clock operator, with the same functions mentioned above. In this case, the timer himself/herself, in addition to being responsible for timing the game time, times debited and game intervals also operates the scoreboard.

– How did you get started in basketball?

Basketball came into my life in 2003, when a school teacher sent me to the Iguaçu Basquete Club so I could test on a team.

I joined the Rio de Janeiro State Basketball Federation – FBERJ as a table official in 2006. From then on, I fell in love with the sport and especially with its rules and game situations — since then, I have been breathing basketball 24 hours a day.

In 2017 I was invited to take a test for International Bureau Officer (FIBA), and this year I received an invitation from President Daniel Riente to coordinate the FBERJ refereeing.

Entrevista: Maria Thereza Rezende, Coordenadora de Arbitragem da FBERJ

Temos a consciência de que uma remuneração semelhante a da NBA não será viável no NBB e, da mesma forma, de que a remuneração do NBB não é viável nas nossas federações.

Maria Thereza Rezende

Maria Thereza Rezende é profissional de Educação Física e atualmente está à frente da Coordenação de Arbitragem da Federação de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro. Thereza ainda atua como oficial de mesa em partidas, e é uma das representantes mais vocais da arbitragem brasileira.

Confira a entrevista sobre a atuação dos oficiais de mesa, os obstáculos na gestão da coordenação e sua caminhada na arbitragem.

– Qual é o desafio na gestão da coordenação de arbitragem da Federação?

A gestão de pessoas é uma arte. Coordenar oficiais de arbitragem que, na época em que eu nascia, alguns já apitavam competições de alto nível, é algo bem desafiador. Ainda que às vezes seja mal-interpretada, encaro da melhor forma possível – com alegria, entusiasmo e principalmente amor e dedicação ao basquetebol.

– A realidade financeira do esporte brasileiro, mesmo que profissionalizado, é muito diferente de uma liga como a NBA, por exemplo. Como fazer para lidar e superar dificuldades na escalação dos jogos e na própria gestão da coordenação com orçamento reduzido?

Um ponto muito difícil quando estamos nesse cargo é a remuneração dos oficiais de arbitragem e do que passa por algum tempo – sem reajustes-, mas também sabemos da realidade do nosso país e do mundo, principalmente nos últimos dois anos. Temos a consciência de que uma remuneração semelhante a da NBA não será viável no NBB e, da mesma forma, de que a remuneração do NBB não é viável nas nossas federações.

Thereza (centro) em ação com equipe de oficiais de mesa. Foto: Instagram/@therezabasquete

– Você atua em muitos jogos como oficial de mesa. Como consegue unir essa função e a rotina da FBERJ?

Essa sim é minha maior paixão – atuar como oficial de mesa! A cada escala que sai, ainda sinto aquelas “borboletas no estômago”; um misto de emoção, prazer, admiração e interesse.

Muitos fãs desconhecem com detalhes a função dos três profissionais de mesa. Como é a atuação da mesa em um jogo?

Em jogos internacionais trabalhamos com quatro oficiais de mesa.

O apontador é responsável pelo registro na súmula de todas as informações pertinentes ao jogo: local, data e horário do jogo, registro das equipes, entradas de jogadores, pontos, faltas, tempos debitados, entre outros.

O assistente do apontador opera o placar e auxilia o cronometrista.

O cronometrista é responsável por cronometrar o tempo de jogo, tempos debitados e intervalos de jogo, entre outras atribuições.

O operador de 24 segundos liga ou reprograma o mesmo de acordo com o controle da bola viva e demais reajustes amparados pelas regras FIBA durante a posse das equipes.

Em jogos nacionais, trabalhamos com três oficiais de mesa: apontador, cronometrista e o operador de 24 segundos, com as mesmas funções citadas anteriormente. Neste caso, o próprio cronometrista, além de ser responsável por cronometrar o tempo de jogo, tempos debitados e intervalos de jogo, opera também o placar.

– Como começou no basquete?

O basquete entrou na minha vida em 2003, quando uma professora de uma escola me enviou ao Iguaçu Basquete Clube para eu fazer um teste em uma equipe.

Entrei para a Federação de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro – FBERJ como oficial de mesa em 2006. A partir daí, me apaixonei pelo esporte e principalmente por suas regras e situações de jogo – desde então, respiro basquetebol 24 horas por dia.

Em 2017 fui convidada a fazer uma prova para oficial de mesa internacional (FIBA), e neste ano recebi o convite do Presidente Daniel Riente para coordenar a arbitragem da FBERJ.

Foto de capa: Instagram/@therezabasquete

Finales de la NBA: 14 árbitros elegidos

Por Alice Barbosa, periodista y creadora de Árbitros NBA.

La NBA dio a conocer el lunes la lista con los nombres de los 14 árbitros elegidos para trabajar en la final de este año entre Milwaukee Bucks y Phoenix Suns. Cada uno de ellos recibirá la codiciada white jacket, considerada el MVP de los árbitros.

Se abrió una vacante en la predicción de la lista de este año. Tony Brown, un árbitro de 19 años, que ha trabajado en las finales desde la temporada pasada, está siendo tratado por cáncer de páncreas y no trabajará en la final de esta temporada.

De los 36 profesionales seleccionados para los playoffs, solo 14 tendrán la oportunidad de trabajar en las Finales de la NBA.

Estos son los profesionales que trabajarán en las finales 2020/21:

Los reemplazos serán Curtis Blair y Tom Washington. Tenemos en la lista a tres árbitros principiantes: Courtney Kirkland, James Williams y Sean Wright estarán en las Finales de la NBA por primera vez.

Foto de la portada: Getty Images.

NBA Finals – 14 referees chosen

Alice Barbosa, journalist, sports writer and Árbitros NBA creator.

The NBA released Monday the list with the names of the 14 referees chosen to work in this year’s finals between Milwaukee Bucks and Phoenix Suns. Each of them will receive the coveted white jacket, considered the referees’ MVP.

A vacancy was open in this year’s list prediction. Tony Brown, a 19 years referee, who has worked in the finals since last season, is being treated for pancreatic cancer and won’t be working in this season’s finale.

Of the 36 professionals selected for the playoffs, only 14 will have the chance to work in the NBA Finals.

These are the professionals who will work in the 2020/21 finals:

Credits: NBA

The replacements will be Curtis Blair and Tom Washington. We have in the list three first-time referees: Courtney Kirkland, James Williams, and Sean Wright will be in the NBA Finals for the first time.

Cover photo: The Undefeated.

Finais da NBA – 14 árbitros escolhidos

14 profissionais ganharão as jaquetas brancas

Finais NBA – por Alice Barbosa, jornalista e criadora do Árbitros NBA.

Finais da NBA 2021: a liga divulgou nesta segunda (05) a relação com os nomes dos 14 árbitros escolhidos para atuarem nas finais deste ano entre Milwaukee Bucks e Phoenix Suns. Cada um deles receberá a cobiçada jaqueta branca, considerada o MVP dos árbitros.

Antes de tudo, uma vaga estava em aberto na previsão da lista deste ano. Tony Brown, que tem 19 anos de liga e trabalhou na final desde a temporada passada, está em tratamento para câncer de pâncreas, e encontra-se, assim, afastado das quadras.

Dos 36 profissionais selecionados para os playoffs, somente 14, portanto, terão a chance de estar nos jogos que decidirão qual time será o novo campeão.

Estes são os profissionais que atuarão nos jogos decisivos de 2020/21:

Então, juntamente com o veterano Tony Brothers, temos James Capers; Marc Davis; Kane Fitzgerald; Scott Foster; Pat Fraher; John Goble; David Guthrie; Courtney Kirkland; Eric Lewis; Josh Tiven; James Williams; Sean Wright e Zach Zarba.

Finais NBA
Finais NBA: os 14 escolhidos. Imagem: NBA.

Além disso, os substitutos serão Curtis Blair e Tom Washington. E assim, há na lista três estreias: Courtney Kirkland, James Williams e Sean Wright, que pela primeira vez estarão em uma final da NBA.

White jackets: el MVP de los árbitros

Por Alice Barbosa, periodista y creadora de Árbitros NBA.

Con las Finales de la NBA acercándose, la liga pronto dará a conocer los nombres de los 12 árbitros elegidos para jugar en estos partidos decisivos. Cada uno de ellos recibirá en sus hogares la white jacket, que representa el mayor éxito que puede lograr un profesional de la NBA.

El reemplazo de la pieza de todos los partidos por la bata blanca refleja la preocupación de la liga por enfatizar la importancia y responsabilidad de estar en una final.

Actualmente, los árbitros con más jackets colgadas en sus casilleros son Scott Foster (20 finales), Ken Mauer (19), Marc Davis (14), James Capers (12), Tony Brothers (11) y Ed Malloy (10). Algunos de ellos protagonizaron el video a continuación, platicando en dos minutos la emoción de estar en casa y recibir la pieza a través de un servicio de entrega de paquetes.

Josh Tiven, árbitro de la NBA durante 11 temporadas, obtuvo su primer reconocimiento al ser elegido para las Orlando Bubble Finals en la serie entre Los Angeles Lakers y Miami Heat en 2020. En las historias a continuación, muestra la pieza, entregada después de la tradicional Ceremonia organizada por la liga, con cena y video con la acción en la cancha de los 12 elegidos.

Captura de pantalla: IAABO

La recaudación de algunos de ellos podría aumentar en unos días, con el anuncio de los árbitros que arbitrarán las finales entre Phoenix Suns y Milwaukee Bucks. 

Foto de portada: Pic Click.