Ex-jogador Richard Jefferson apitará na Summer League

Por Alice Barbosa, jornalista e fundadora do Árbitros NBA

A NBA divulgou nesta segunda-feira (11) que o ex-jogador e analista da ESPN Richard Jefferson estará em quadra hoje como árbitro em uma partida da Summer League, em Las Vegas.

Segundo o comunicado da liga, “Richard Jefferson apitará o segundo quarto do jogo entre New York Knicks e Portland Trail Blazers após participar de reuniões diárias da arbitragem do evento. Um ex-jogador que se tornou parte da equipe da ESPN, Jefferson vivenciou como os árbitros da NBA preparam-se para as partidas e mostram em quadra seu conhecimento. Depois, ele fará parte da transmissão no intervalo para falar sobre a experiência”.

Com a NBA cada vez mais tentando conquistar novos públicos e manter sua audiência sobretudo entre faixas etárias mais jovens, a empreitada de RJ não causa estranheza. Contudo, a Summer League é mais do que o espetáculo de estrelas das quadras e outras celebridades frequentando os jogos de novatos, jogadores em recuperação física ou de membros do banco – ela é um celeiro de talentos para a arbitragem.

Muitos dos profissionais que hoje estão nas escalações dos jogos da NBA como oficiais de dedicação exclusiva já passaram pelo evento. Oficiais estrangeiros também veem na Summer League uma oportunidade de mostrarem seu talento para um dos “olheiros” da liga, árbitros com mais de dez anos de experiência que assistem aos jogos e passam tudo o que viram para a coordenação da arbitragem da NBA.

Os árbitros recém-contratados pela G League participam da Summer League, além de outros treinamentos destinados a capacitar os novos talentos para um eventual futuro na NBA ou WNBA.

Eric Lewis e a hoje árbitra da NBA, Natalie Sago (à direita), durante a Summer League de 2016. Foto: AP/Tim Reynolds

E os árbitros que assistem aos jogos não somente cumprem a função de observadores, mas também de mentores. Em 2016, Eric Lewis, que atualmente conta com 18 temporadas na NBA, foi um dos coachings dos oficiais da Summer League. “É meu trabalho fazer com que eles sejam contratados. Estou focado no que posso fazer para ajudá-los a melhorar e ganharem esse emprego”, disse ele a AP, na época.

Foto de destaque: Getty Images

Former player Richard Jefferson will blow the whistle in the Summer League

By Alice Barbosa, sportswriter, and Árbitros NBA founder

The NBA announced on Monday (11) that former ESPN player and analyst Richard Jefferson will be on the court today as a referee in a Summer League game in Las Vegas.

According to the league statement, “Richard Jefferson will officiate the second quarter of Monday’s New York vs. Portland game after attending daily NBA Summer League Officiating Meetings in Las Vegas. A former player turned broadcaster for ESPN, Jefferson has experienced how NBA referees prepare for games and execute that knowledge on the court”.

With the NBA increasingly trying to get – and maintain – new audiences, especially among younger age groups, RJ’s endeavor doesn’t seem strange.

However, the Summer League is more than the show of court stars and other celebrities attending rookies’ games – it’s a talent barn for referees. Many professionals on the NBA rosters have already participated in the event. Foreign officials also see the Summer League as an opportunity to show their talent to one of the league’s scouts, referees with more than ten years of experience who watch the games and communicate everything they see to the NBA refereeing coordination.

The newly hired G League referees attend the Summer League and other training to be empowered as new talents for a possible future in the NBA or WNBA.

And the referees who watch the games not only serve as observers but also as mentors. In 2016, Eric Lewis, who currently has 18 seasons in the NBA, was one of the coaches of the Summer League officers. “It’s my job to get them hired. I’m focused on the things I can do to help them improve and get a job,” he told AP at the time.

Finais da NBA: veja os árbitros escolhidos

Por Alice Barbosa, jornalista e criadora do Árbitros NBA

As finais da NBA chegaram, e a liga divulgou nesta quarta (01) a lista dos árbitros escolhidos para atuarem na série de partidas entre Boston Celtics e Golden State Warriors. O primeiro jogo acontece na cidade de San Francisco, na quinta (02).

A relação não oferece surpresas – é um funil de 12 profissionais que atuaram nas finais das conferências, traz nomes como os dos veteranos Scott Foster e Tony Brothers, com 27 anos de serviços prestados na NBA.

Veja a lista dos árbitros que estarão em quadra nas finais da NBA e no Replay Center, o centro de revisão de jogadas da liga localizado na cidade de Secaucus, em Nova Jérsei:

Tony Brothers, James Capers, Marc Davis, Kane Fitzgerald, Scott Foster, John Goble, David Guthrie, Courtney Kirkland, Eric Lewis, Josh Tiven, James Williams e Zach Zarba.

Diferente da temporada regular, quando não há a figura do quarto árbitro presente na arena, os playoffs e finais da NBA contam com esse profissional em stand by, no caso de que algum dos três em quadra, momentos antes ou até durante o jogo, não possa participar da partida. O nome deste árbitro também é divulgado junto com a escalação diária, que acontece cerca de 10 horas antes do confronto entre os times.

Como eventuais suplentes das finais, poderão trabalhar seis nomes – Curtis Blair, Tyler Ford, Mark Lindsay, Ed Malloy, Ben Taylor e Sean Wright.. Estes profissionais permanecem em plantão e são deslocados para as arenas se um dos escolhidos tenha uma lesão ou outro problema de saúde que o impeça de arbitrar o jogo horas antes do confronto.

Se a NBA mantiver o padrão de outros anos, o crew chief e o referee (primeiro e segundo árbitro) são os mesmos e atuarão em um sistema de rodízio – o grupo que trabalha no jogo 1, por exemplo, volta para o 5.

Confira a escalação diária das partidas da NBA, durante a temporada regular, playoffs e finais, em nosso Twitter.

Foto de destaque: Getty Images.

NBA Finals: take a look at the referees

Alice Barbosa, sports journalist and creator of Árbitros NBA

This Wednesday, the NBA has released the list of referees chosen to work in the Finals games between the Golden State Warriors and the Boston Celtics. The first one takes place in San Francisco, on Thursday.

The list, this year, doesn’t has surprises – it is a funnel of 12 professionals who worked in the Conference Finals, has names such as veterans Scott Foster and Tony Brothers, each one with 27 years of services provided in the NBA.

See the list of referees who will be on the court in the NBA Finals:

Tony Brothers, James Capers, Marc Davis, Kane Fitzgerald, Scott Foster, John Goble, David Guthrie, Courtney Kirkland, Eric Lewis, Josh Tiven, James Williams and Zach Zarba.

Unlike the regular season, when there is no fourth referee available, the NBA Playoffs and Finals rely on this professional being on standby if any of the three on the court can’t referee anymore due to some illness during the game. Their names are also disclosed along with the daily assignment, about 10 hours before the game.

As eventual alternates of the Finals, Curtis Blair, Tyler Ford, Mark Lindsay, Ed Malloy, Ben Taylor and Sean Wright – these professionals remain on duty and go to the arenas if one of the chosen refs has an injury or other health problem that prevents them from refereeing hours before the game.

If the NBA maintains the standard of other years, the crew chief and the referee are the same and act on a rotation system – the group that works in game 1, for example, goes back to 5.

Check out the daily assignment for the NBA games during the regular season, Playoffs, and Finals on our Twitter.

Feature photo: The Commercial Appeal.

Scott Foster e Chris Paul: entenda a treta

Por Alice Barbosa, jornalista e CEO do Árbitros NBA

Scott Foster e Chris Paul novamente estiveram juntos em quadra na partida de ontem (19) entre Phoenix Suns e New Orleans Pelicans pelos playoffs de 2022 da NBA – e pela 14ª vez o encontro teve um resultado negativo para CP3. A equipe do Arizona, que conquistou o primeiro lugar da Conferência Oeste durante a temporada regular, perdeu para o Pels por 125 a 114, num jogo onde Brandon Ingram anotou 37 pontos, 11 rebotes e nove assistências.

Além de Foster, um veterano que contabiliza 28 temporadas na liga, com mais de 213 partidas de playoffs no currículo, completaram o trio de arbitragem Tony Brothers e Pat Fraher.

Os primeiros indícios da tempestuosa relação entre o jogador e Foster datam da temporada de 2007/2008, quando Paul fazia parte do New Orleans Hornets. Na segunda rodada dos playoffs, o time enfrentou o campeão do período anterior, o San Antonio Spurs. E lá estava Scott Foster, numa partida em que Chris Paul teve que deixar a quadra por ter atingido o limite de faltas.

CP3 contou, em 2020, que no jogo 7 entre Houston Rockets e Oklahoma City Thunder, que teve a derrota do OKC, Foster estava escalado e fez questão de lembrar ao jogador que na sétima partida de 2008, contra os comandados de Gregg Popovich, Paul também havia perdido o embate.

Durante a coletiva pós-jogo, Paul foi enfático em expressar seu descontentamento com Foster: “essa m***a não faz sentido. Isso é louco. A liga sabe desta situação e vai me multar, vocês sabem disso. Eu disse o nome dele; todos vocês conhecem essa história”:

Em 2018, num jogo do Rockets durante o período regular, Paul recebeu uma falta técnica e caracterizou ironicamente o ato como “Scott Foster em seu melhor momento”. Na temporada seguinte, seu então colega da franquia texana, James Harden, declarou, após uma derrota com Foster arbitrando, que a NBA não deveria permitir mais que o profissional do apito trabalhasse na liga. Na ocasião, CP3 jogou as mãos para cima, expressando seu descontentamento com Scott.

Outro encontro polêmico entre os dois deu-se no emblemático jogo 6 das finais do ano passado entre Suns e Milwaukee Bucks. O resultado é conhecido – o time de Giannis Antetokounmpo faturou o título de campeão.

Porém esta não é a única relação tensa do ex-presidente da Associação de Jogadores da NBA (NBPA) com a arbitragem. Em 2015, durante o primeiro ano de Lauren Holtkamp na liga, ele declarou, na coletiva após o final do jogo, que o trabalho na NBA “talvez não fosse para ela”. O jogador recebeu uma falta técnica dada pela árbitra no terceiro quarto de uma partida entre Los Angeles Clippers, na época a casa de Paul, e o Cleveland Cavaliers. Confira abaixo a cena:

Na ocasião, a Associação de Árbitros da NBA (NBRA) emitiu uma mensagem nas redes sociais apoiando Lauren e corroborando que a falta dada era totalmente justificável. A liga multou Chris Paul em 25 mil dólares pelos comentários feitos sobre a situação.

O Phoenix Suns é considerado um forte concorrente para o título desta temporada – assim como no ano passado. Caso o grupo liderado por CP3 e Devin Booker avance para a segunda rodada dos playoffs, é provável que os fãs de basquete vejam mais um encontro entre Chris Paul e Scott Foster.

Scott Foster and Chris Paul: the story

By Alice Barbosa, sportswriter, and Árbitros NBA CEO

Scott Foster and Chris Paul were again together on the court in yesterday’s game (19) between the Phoenix Suns and New Orleans Pelicans for the 2022 NBA playoffs – and for the 14th time, the match had a negative result for CP3.

The Arizona team, which clinched first place in the Western Conference during the regular season, lost to the Pels 125-114 in a game where Brandon Ingram scored 37 points, 11 rebounds, and nine assists.

In addition to Foster, a veteran who has 28 seasons in league with more than 213 playoff games on his resume, completed the refereeing trio Tony Brothers and Pat Fraher.

Early indications of the stormy relationship between the player and Foster date back to the 2007/2008 season, when Paul was part of the New Orleans Hornets. In the second round of the playoffs, the team faced the previous period champion, the San Antonio Spurs. And there was Scott Foster, in a game in which Chris Paul had to leave the court for reaching the foul limit.

CP3 said in 2020 that in Game 7 between the Houston Rockets and Oklahoma City Thunder, which had the loss of OKC, Foster was scheduled to be cast and made a point of reminding the player that in the seventh game of 2008, against Gregg Popovich’s command, Paul had also lost the battle.

During the post-game press conference, Paul was emphatic in expressing his displeasure with Foster: “that s**t don’t make no sense… that’s crazy, he’s just… that situation, the league knows, they gonna fine me, we all know. I said his name; you all know the history.”

In 2018, in a Rockets game during the regular period, Paul received a technical foul and ironically characterized the act as “Scott Foster at his finest.”

The following season, his then-Texan franchise colleague, James Harden, declared, after a loss (and Foster was refereeing it), that the NBA should no longer allow the whistle professional to work in the league. At the time, CP3 threw its hands up, expressing its displeasure with Scott.

Another controversial encounter between the two took place in Game 6 of last year’s finals between the Suns and Milwaukee Bucks. But, again, the result is known – Giannis Antetokounmpo’s team won the champion title.

But this is not the former NBA Players Association (NBPA) president’s only tense relationship with the refs.

In 2015, during Lauren Holtkamp’s first year in the league, he declared at the press conference after the end of the game that the NBA job “might not be for her.” The player received a technical foul given by the referee in the third quarter of a game between the Los Angeles Clippers, at the time Paul’s home, and the Cleveland Cavaliers. Check out the scene below:

The NBA Referees Association (NBRA) issued a message on social media supporting Lauren and confirming that the foul given was entirely justifiable. Additionally, the league fined Chris Paul $25,000 for comments about the situation.

The Phoenix Suns are considered a strong contender for this season’s title – just like last year. If the group advance to the second round of the playoffs, basketball fans are likely to see another meeting between Chris Paul and Scott Foster.

Resenha: apito Fox 40 Sonik Blast

Por Dafferson Borba, árbitro da Federação Catarinense de Baskett, especialista em Saúde Coletiva e profissional de Educação Física na Saúde.

Hoje vou falar do Fox 40 Sonik Blast, que comprei no ano de 2021, devido a um relato do coordenador de arbitragem da CBB, Enaldo Batista, em 2019, quando refiz o curso de arbitragem para me tornar árbitro de quadra – eu já era oficial de mesa da FCB desde 2016. Após o relato positivo de Enaldo, confiei muito na qualidade deste apito e pesquisei por um bom tempo antes de investir nele. 

Qualidade de som 

No catálogo da Fox 40, o Sonik Blast é descrito como “o mais eficiente apito na sua classe. Gera uma frequência poderosa mais baixa, semelhante ao Classic®, para levar o som para uma maior distância. Distinto, alto e som claro”.

Realmente, nos meus quase seis anos de arbitragem nunca ouvi um som de apito tão potente e claro. No alto dos seus 120 decibéis (o mais poderoso da marca), ele é um apito fácil de soar. O som sai com facilidade e sem falha alguma. Num esporte que precisa de apitos firmes e audíveis, o Sonik Blast tem me atendido muito bem nas partidas de basquete. Ele é realmente alto, chegando a me ensurdecer por uma fração de segundos. Pode ser usado tanto em ambientes fechados com interferência de torcida quanto em ambientes abertos, e este apito não vai deixar o árbitro na mão. Então, pra quem deseja e precisa ser ouvido, é indubitavelmente o apito perfeito. 

Controle do apito

O Sonik Blast conta com a tecnologia CMG® (Cushioned Mouth Grip), que em tradução livre significa “aperto de boca acolchoado”, ou seja, um dispositivo termoplástico de criação da Fox 40 que deixa mais confortável o controle do apito na boca e proporciona proteção para dentes e lábios. Faz a diferença contar com esta tecnologia; tenho um modelo Classic®, da mesma marca, porém sem o CMG®, e não fica muito confortável sem este material. 

Modelo traz uma tecnologia de conforto para os lábios. Foto: Amazon.

Sobre o controle do apito na boca, foi possível notar uma desvantagem neste modelo. O formato do apito é adequado para sua performance e encaixa bem na boca, entretanto a sua entrada de ar (onde é soprado) me parece um pouco grande, maior do que em outros apitos. Como eu tenho um desconforto prévio na articulação temporomandibular (ATM), ele causou um pequeno cansaço nessa região em momentos das partidas sem a bola parar, com trocas de posse seguidas. Porém, como sabemos, o basquete é um esporte com muitas pausas, seja com faltas, violações ou pedidos de tempo, então é possível tirar o apito da boca em vários momentos. Desta maneira, o apito gera desconforto apenas em algumas raras ocasiões.

Dica 

O modelo preto do Sonik Blast não vem com cordão de pescoço. Você pode comprar um cordão separado, e isso vai suprir sua necessidade sem problema. Eu já acho mais elegante o apito com cordão pendurado na gola da camisa, por isso comprei um cordão preto, um fecho “lagosta” e montei meu próprio cordão. Esse cordão “faça você mesmo” saiu por incríveis R$1,05 em uma loja de aviamentos.

Dafferson em quadra com o novo apito. Foto: arquivo pessoal.

Preço

Paguei no Sonik Blast aproximadamente 94 reais em novembro de 2021 – incluindo frete -, numa promoção da loja da única importadora da marca Fox 40 no Brasil. O preço dele sem frete, R$89,90, é vendido sem o cordão. Há outros modelos que custam muito mais, como o Fuziun (118db), por R$182,90, sendo menos potente, e o Sharx (120db), por R$104,90, com seu som não tão agradável. Acredito que o preço do Sonik Blast seja um investimento muito baixo para um apito que se destaca em quadra pelo seu som nítido e extremamente potente.

É muito importante destacar o quesito procedência, pois, no meu processo de pesquisa, vi muitos anúncios de apitos idênticos e mais baratos, com qualidade duvidosa e que ocasionavam em inúmeros feedbacks negativos dos compradores. Então, eu simplesmente liguei para a loja que compraria para perguntar a procedência do apito. Foi assim que descobri que somente aquela loja vendia os produtos originais da Fox 40. Portanto, não compre em qualquer loja sem pesquisar – você pode se arrepender.

Fox 40 Sonik Blast – Vale a pena?

Investir neste modelo realmente vale cada centavo! Valeu a pena seguir a recomendação de um árbitro com experiência internacional e depois pesquisar com cautela para escolher meu principal instrumento de trabalho na quadra. Mesmo eu possuindo um prévio desconforto na ATM, não está sendo um problema controlar o apito durante as partidas. Portanto, recomendo (e muito) o Fox 40 Sonik Blast para quem deseja um apito de baixo investimento e de qualidade excepcional para conduzir bem as partidas de basquete e de qualquer outro esporte.

Review: Fox 40 Sonik Blast whistle

By Dafferson Borba, referee of the Santa Catarina Federation of Basketball, a specialist in Public Health, and a professional in Physical Education in Health.

Today I’m going to talk about Fox 40 Sonik Blast, which I bought in 2021 due to a recommendation by CBB’s refereeing coordinator, Enaldo Batista, in 2019, when I retook the refereeing course to become a court referee – I was already a federation scoring table officer since 2016. After Enaldo’s favorable report, I relied heavily on the quality of this whistle and researched for a long time before investing in it.

Sound
In the Fox 40 catalog, the Sonik Blast is described as “the most efficient whistle in its class. Generates a lower powerful frequency, similar to the Classic®, to take the sound to a greater distance. Easy to blow. Distinctive, loud, and clear sound.”

Indeed, in my nearly six years of refereeing, I have never heard such a powerful and clear whistle sound (120 decibels). The blast comes out quickly and seamlessly. It’s loud, coming to deafen me for a split second. It can be used indoors with audience interference and outdoors. So, it is undoubtedly the perfect whistle for those who want and need to be heard.

Whistle control
The Sonik Blast features CMG® (Cushioned Mouth Grip) technology, a thermoplastic device designed by the Fox 40 that makes the whistle more comfortable to control in the mouth and provides protection for teeth and lips.

It makes a difference to count on this technology; I have a Classic® model of the same brand, but without CMG®, and it is not very comfortable without this material.

This model brings comfort technology to the lips. Photo: Amazon.

Regarding the control of the whistle in the mouth, it was possible to notice a disadvantage in this model. The whistle’s shape is suitable for its performance and fits well in the mouth; however, its air intake (where it is blown) seems a little large, larger than in other whistles.

As I have a previous discomfort in the temporomandibular joint (TMJ), it caused a little fatigue in this region at the moments of the games without the ball stopping, with consecutive changes of possession. However, as we know, basketball is a sport with many breaks, whether with fouls or time violations, so it is possible to take the whistle out of your mouth at various times. In this way, the whistle generates discomfort only on a few rare occasions.

Tip
Sonik Blast’s black model doesn’t have a lanyard. However, you can buy a separate lanyard, which will meet your need without a problem. I already think the whistle with a lanyard hanging from the shirt’s collar is more elegant, so I bought a black lanyard, a “lobster” closure, and set up my lanyard.

Dafferson: on the court with the new whistle. Photo: personal archive.

Fox 40 Sonik Blast – Is it worth it?
Investing in this model is worth every penny! But, first, it was worth following a referee’s recommendation with international experience and then researching carefully to choose my main working instrument on the court.

Even though I have a previous discomfort in the TMJ, it is not a problem to control the whistle during the games. Therefore, I highly recommend the Fox 40 Sonik Blast for those who want a low investment and exceptional quality whistle to conduct well basketball and any other sports games.

Playoffs NBA 2022: lista de árbitros

Por Alice Barbosa, periodista y CEO de Árbitros NBA.

El Lunes (11), la NBA dio a conocer la lista de 36 árbitros elegidos para los playoffs de esta temporada 2021/2022. La lista cuenta con novatos como Eric Dalen, Mitchell Ervin y Justin Van Duyne.

En la lista de veteranos, nombres como Scott Foster, que llega en su 28ª temporada en la NBA, y Tony Brothers, con 163 partidos de playoff contabilizados en su carrera en la NBA.

Jacyn Goble, quien debutó la temporada pasada en el selecto grupo de árbitros que actúan después de la fase regular, fue confirmado en esta lista y volverá a ingresar a la cancha en esta fase. Jacyn no es el único de su familia en los playoffs; su hermano, John, ya es una presencia constante en los turnos que marcarán los dos equipos que llegarán a la final del torneo.

Echa un vistazo a los árbitros elegidos para los playoffs de la NBA de 2022:

Brent Barnaky, Curtis Blair, Tony Brothers, Nick Buchert, James Capers, Kevin Cutler, Eric Dalen, Marc Davis, JB DeRosa, Mitchell Ervin, Kane Fitzgerald, Tyler Ford, Brian Forte, Scott Foster, Pat Fraher, Jacyn Goble, John Goble, David Guthrie, Bill Kennedy, Courtney Kirkland, Karl Lane, Eric Lewis, Mark Lindsay, Tre Maddox, Ed Malloy, Rodney Mott, Gediminas Petraitis, Michael Smith, Ben Taylor, Josh Tiven, Scott Twardoski, Justin Van Duyne, Tom Washington, James Williams, Sean Wright y Zach Zarba.

Árbitros – reemplazo:

Ray Acosta, Matt Boland, Derrick Collins, Lauren Holtkamp, Brett Nansel, Aaron Smith, Dedric Taylor y Leon Wood.

Foto destacada: The Guardian.

NBA Playoffs 2022 referees

By Alice Barbosa, journalist, sportswriter and CEO of Árbitros NBA

In this Monday, the NBA released the list of 36 referees chosen for the playoffs of this 2021/2022 season. The list brings newcomers like Eric Dalen, Mitchell Ervin and Justin Van Duyne.

In the list of veterans, names such as those of Scott Foster, which comes in its 28th season in the NBA, and Tony Brothers, with 163 playoff games in his career. 

Jacyn Goble, who debuted last season in the select group of referees who work after the regular phase, was confirmed in this list and will enter the court once again. 

Jacyn is not the only one of his family in the playoffs; his brother, John, is already a constant presence in the games that will indicate the two teams that will reach the tournament finals.

Check out the referees chosen for the NBA playoffs in 2022:

Brent Barnaky, Curtis Blair, Tony Brothers, Nick Buchert, James Capers, Kevin Cutler, Eric Dalen, Marc Davis, JB DeRosa, Mitchell Ervin, Kane Fitzgerald, Tyler Ford, Brian Forte, Scott Foster, Pat Fraher, Jacyn Goble, John Goble, David Guthrie, Bill Kennedy, Courtney Kirkland, Karl Lane, Eric Lewis, Mark Lindsay, Tre Maddox, Ed Malloy, Rodney Mott, Gediminas Petraitis, Michael Smith, Ben Taylor, Josh Tiven, Scott Twardoski, Justin Van Duyne, Tom Washington, James Williams, Sean Wright and Zach Zarba.

Alternates:

Ray Acosta, Matt Boland, Derrick Collins, Lauren Holtkamp, Brett Nansel, Aaron Smith, Dedric Taylor and Leon Wood.

Cover photo: Garrett Ellwood – Getty Images.